- Endrick teve menos oportunidades na Real Madrid com Carlo Ancelotti, disputando 37 partidas e 845 minutos no total, com média de 22,8 minutos por jogo.
- Henry saiu da Juventus aos 21 anos por desrespeito em reunião com Luciano Moggi e Ancelotti, segundo ele; o técnico admitiu erro tardio em não vê-lo como atacante.
- Arda Güler e Anthony Gordon também tiveram poucas oportunidades sob Ancelotti no Real Madrid e no Everton; Güler teve média de cerca de 27 minutos em 49 jogos com o técnico.
- Kaká e Vinícius Júnior cresceram sob Ancelotti: Kaká foi titular no Milan aos 21 anos; Vinícius alcançou protagonismo na temporada 2021/22, aos 21.
- Buffon foi lançado por Ancelotti no Parma aos 17 anos, abrindo caminho para carreira vitoriosa; o treinador afirmou ter lançado também Crespo e Pato jovens em outras etapas.
Carlo Ancelotti, hoje no Real Madrid, teve passagem marcante pela formação de jovens talentos ao longo de sua carreira em clubes como Parma, Milan e a equipe espanhola. Entre os casos mais citados estão Henry, Gordon e Güler, além de Endrick na seleção brasileira. Em diferentes momentos, o técnico abriu espaço para promessas ainda jovens ou optou por manter a paciência no desenvolvimento.
No Juventus, Thierry Henry viveu um capítulo curto sob Ancelotti, entre 1999 e 1999. O francês, que depois brilhou no Arsenal, revelou ter se sentido desrespeitado em reunião com o diretor Luciano Moggi e o treinador, o que precipitou sua saída aos 21 anos. Ancelotti reconheceu o erro de não ter visto Henry como atacante desde o início.
Güler e Gordon também tiveram menos oportunidades sob o comando de Ancelotti. Endrick, recém-chegado ao Real Madrid vindo do Palmeiras, atuou mais como reserva no período contratado pelo clube, com menos de 900 minutos em campo em 37 jogos. Arda Güler, vindo da seleção turca, teve minutos parecidos em termos de tempo em campo no período analisado.
Caso emblemático de formação rápida ocorreu com Kaká no Milan, aos 21 anos. O meio-campista chegou titular e conviveu com nomes como Seedorf e Rui Costa, sob a liderança de Ancelotti. Em entrevista, Kaká ressaltou a disciplina exigida pelo técnico italiano. Vinícius Júnior também teve evolução sob Ancelotti no Milan, ganhando sequência e protagonismo a partir de 2021/22.
Buffon, ainda jovem, recebeu a primeira oportunidade de titularidade no Parma aos 17 anos, como lembrou o próprio goleiro. Crespo e Pato também foram lançados por Ancelotti durante o período no Bayern ou no Milan, segundo as declarações registradas pelo treinador ao longo da carreira. Em ocasiões distintas, ele defendeu que jovens precisam ser lançados quando estão prontos, às vezes por empréstimo para amadurecer.
Atual e passado se cruzam na análise dos casos: Ancelotti costuma defender paciência com promessas, sem abrir mão de oportunidades quando aceitas pelo elenco. Em paralelo, a seleção brasileira volta a campo nesta sexta, às 21h30, na Filadélfia, para enfrentar o Haiti, marcando novo capítulo de uma jornada que envolve a visibilidade de jovens atletas à sombra de técnicos consagrados.
Fontes associadas ao Ge destacam que, no Real Madrid, Endrick teve 845 minutos em 37 partidas, o que aponta para uma utilização modesta em 2024/25. Ao mesmo tempo, Arda Güler marcou presença com seis gols em 12 jogos na temporada anterior, antes de ver minutos aumentarem em 2025/26.
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