- O Haiti participa da Copa do Mundo de 2026, mirando manter a presença após 1974, quando disputou o Grupo 4 com Polônia, Argentina e Itália.
- Em 1974, o Haiti perdeu as três partidas, marcou dois gols e teve Emmanuel Sanon como autor do primeiro gol haitiano em Copas.
- As derrotas daquele torneio foram: 3 a 1 contra a Itália, 7 a 0 para a Polônia e 4 a 1 contra a Argentina (com outro gol de Sanon).
- O país caribenho enfrentou anos de miséria, violência e desastres naturais, incluindo o terremoto de 12 de janeiro de 2010, de magnitude sete.
- Em 2026, o Haiti volta à Copa do Mundo, sendo visto como símbolo de resistência, apesar das dificuldades econômicas e sociais, com o jogo contra o Brasil no grupo.
Nesta sexta-feira, o Brasil encara o Haiti, adversário considerado fragilizado no Grupo D da Copa do Mundo de 2026. O histórico do confronto é recente, mas a presença haitiana carrega significado além do campo.
O Haiti já havia ido a uma Copa em 1974, na Alemanha. Naquele Mundial, ficou no Grupo 4 com Polônia, Argentina e Itália, perdeu as três partidas e marcou dois gols. Emmanuel Sanon anotou o primeiro gol do país em Copas.
A população haitiana enfrenta desafios severos, agravados por desastres naturais. Em 12 de janeiro de 2010, um terremoto de magnitude 7 atingiu o país, a 10 km de profundidade, causando grande devastação e piora social.
História da seleção haitiana
Em Copas antigas, o Haiti mostrou capacidade de marcar gols, apesar da eliminação precoce. O time continua sendo visto como símbolo de resistência e orgulho para o país, mesmo diante de dificuldades históricas.
Participação atual e contexto
Hoje, a seleção haitiana retorna ao torneio mundial depois de décadas. A presença na Copa é apresentada como motivo de celebração para muitos haitianos, que veem no futebol uma válvula de escape temporária para problemas estruturais.
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