- O Haiti, estreando em Copas desde 1974, encara o Brasil pelo Grupo C nesta sexta-feira.
- O Haiti abriu a campanha com derrota por 1 a 0 para a Escócia, gol de John McGinn no primeiro tempo.
- Frantzdy Pierrot quase empatou aos 40 minutos do segundo tempo, cabeceando para fora.
- O técnico Sébastien Migné afirmou que a equipe tem tudo a ganhar e que seria “loucura total” se vencessem o Brasil.
- Elelineou que o objetivo é se classificar, mostrar boa imagem e manter a esperança de avançar, mesmo após 52 anos sem Copa.
O Haiti enfrenta o Brasil nesta sexta-feira pela fase de grupos da Copa do Mundo, no Grupo C. Sébastien Migné, treinador haitiano, reconhece o desafio, mas afirma que a equipe tem tudo a ganhar e pode surpreender.
Após estrear no Mundial com derrota por 1 a 0 para a Escócia, o Haiti busca reagir diante de um adversário seis vezes campeão da Copa. O triunfo seria histórico e provocaria comoção em Porto Príncipe e no país.
Migné enfatizou a necessidade de intensificar o esforço físico, afirmando que a equipe precisa correr mais do que na estreia. O treinador ressaltou que o objetivo continua claro: manter a esperança de avançar à próxima fase e representar bem o Haiti.
Ele destacou que, embora a derrota para a Escócia tenha acontecido, o Haiti mostrou que merece estar no torneio. A meta é classificar-se, atuar bem e, quem sabe, terminar em terceiro no grupo.
O técnico haitiano também comentou o significado do duelo para a torcida nacional, dizendo ser um privilégio estar na Copa do Mundo e que a participação já é motivo de orgulho para o povo haitiano.
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