- O New York Times avaliou o Hino Nacional brasileiro como o mais bonito entre 48 países na Copa do Mundo de 2026, às vésperas da segunda rodada.
- A análise elogiou tanto a qualidade musical quanto a letra, destacando que o hino exalta o sentimento de pertencimento e beleza do país.
- O texto cita a introdução instrumental de cerca de 28 segundos e o verso “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança” como momentos emblemáticos.
- No ranking, a França ficou em segundo lugar e Portugal em terceiro; completam o top dez Colômbia, Escócia, Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina.
- A Copa registra mudanças no protocolo: jogadores de todas as equipes permanecem no círculo central durante os hinos, aumentando a participação das torcidas.
O New York Times elegeu o Hino Nacional do Brasil como o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. A escolha chegou às vésperas da segunda rodada do torneio, destacando a execução antes das partidas da Seleção Brasileira.
A avaliação ressalta a qualidade musical da peça e o conteúdo da letra, que, segundo o jornal, celebra o país sem enfatizar conflitos militares. A obra é descrita como uma verdadeira “obra-prima musical”, com menção especial à introdução instrumental de cerca de 28 segundos.
A publicação destaca o verso “Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança” como o trecho mais emblemático da canção, considerado centro da construção emocional do hino durante as apresentações nos estádios.
Conforme o NYT, a combinação entre emoção, entusiasmo e participação de torcedores contribui para a força da execução, atribuindo ao Brasil a soma de qualidade artística e paixão das arquibancadas.
A repercussão ocorre em meio a mudanças no protocolo pré-jogo promovidas pela Fifa, que ampliaram a participação das torcidas: jogadores e reservas permanecem no círculo central durante a execução dos hinos.
Quem vem depois do Brasil?
A França ficou em segundo lugar no ranking, seguida por Portugal, segundo a avaliação do New York Times. Entre os dez primeiros também aparecem Colômbia, Escócia, Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina.
A cobertura analisa ainda como a mudança de protocolo pode influenciar a percepção de beleza e de emoção nas apresentações, com maior protagonismo do público nos estádios. A matéria íntegra está disponível nos canais internacionais do veículo.
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