- Brasil venceu o Haiti por 3 a 0 na Copa do Mundo, com Matheus Cunha marcando dois gols.
- Carlo Ancelotti segue valorizando atacantes associativos, que ajudam na construção de jogadas; Cunha parece atender a esse perfil.
- Cunha atuou mais aberto e pelo meio, ajudando Vinicius Junior e abrindo espaço para infiltrações de companheiros.
- A performance reforça a ideia de Cunha como opção ao lado de Endrick, mantendo em aberto o debate sobre a posição do jovem atacante na seleção.
- Mesmo com triunfo confortável, o Brasil levou 23 minutos para a primeira finalização precisa e precisa ampliar o volume ofensivo nas próximas partidas, incluindo o jogo contra a Escócia.
Os dois gols de Matheus Cunha contra o Haiti, na vitória brasileira por 3 a 0, reforçam a ideia de atacante construtor de Carlo Ancelotti. O treinador valoriza jogadores que ajudam a construção, recuam ao meio e abrem espaço para os companheiros.
Cunha, do Manchester United, atuou no lugar de Igor Thiago e apareceu fora da área com frequência, buscando a bola no meio de campo. A movimentação facilitou as infiltrações de Vinícius Júnior e Raphinha.
O Brasil abriu o placar após Cunha ficar atento a um rebote e, em seguida, concluir com segurança após assistência de Vinícius Júnior. O camisa 9 também empurrou a bola após duel com Delcroix.
Análise tática
O atacante paraibano, aos 27 anos, confirmou perfil descrito por Ancelotti como associativo, mais segundo atacante que referência. O desempenho ajuda a entender a lógica de escolha de Endrick, que permanece em segundo plano.
Apesar do placar elástico, o time ainda tem vulnerabilidades ofensivas. A primeira finalização correta saiu aos 23 minutos, em lance que Cunha converteu. Contra adversários mais fortes, paciência pode não bastar.
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