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Médico explica como meia canadense fraturou a perna na Copa

Médico explica que a fratura resulta de torção e flexão durante o lance, com impacto direto no tornozelo; lesão exigiu cirurgia e afastamento do jogo

Meia deixou o campo de maca, foi encaminhado ao hospital e passou por uma cirurgia.
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  • Ismael Koné, meia da seleção do Canadá, fraturou o tornozelo na derrota para o Catar pela Copa do Mundo e foi levado ao hospital para cirurgia.
  • O técnico Jesse Marsch disse que foi possível ouvir o osso estalando na beira do gramado, deixando a delegação abalada.
  • O médico Marco Aurélio Silvério Neves explicou que a gravidade da lesão depende também da posição da perna no momento do impacto, não apenas da força do choque.
  • O contato aconteceu por trás da perna, com o pé ainda apoiado no gramado, o que transferiu energia para o osso e as articulações, aumentando o risco de fraturas.
  • A equipe médica atuou rapidamente, houve estabilização provisória do membro e uso de analgésico; a adrenalina ajuda a reduzir a dor em traumas agudos.

O meia Ismael Koné, da seleção do Canadá, fraturou o tornozelo na Copa do Mundo durante o jogo contra o Catar, nesta quinta-feira, 19 de junho. A lesão ocorreu após uma entrada do meia Madibo, ainda no primeiro tempo, e obrigou o jogador a deixar o campo de maca.

Koné foi levado ao hospital e passou por cirurgia. O treinador do Canadá, Jesse Marsch, comentou que a cena foi marcada pelo som de um estalo próximo ao banco de reservas, causando surpresa entre a comissão técnica.

Segundo o Dr. Marco Aurélio Silvério Neves, a gravidade da lesão depende da posição do membro no momento do impacto. Ele explicou que o contato ocorreu por trás da perna, com o pé ainda apoiado no gramado, gerando torção e flexão que podem reduzir o amortecimento de energia.

A imagem da saída do jogador, com a equipe médica ao redor, chamou atenção. Koné foi visto sendo carregado, acenando para o público, que o aplaudiu. A adrenalina e a rápida intervenção médica ajudam a explicar a ausência de dor imediata após o choque.

O médico ressaltou que a aplicação de analgésicos de ação rápida, em situações esportivas, é crucial para controlar a dor e facilitar o transporte do atleta. A operação foi realizada sob supervisão médica, seguindo protocolo de estabilização do membro.

Sob supervisão de Daniel Fernandes

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