- Renato Lins, 47 anos, morador do Distrito Federal, vai acompanhar a Copa do Mundo de 2026 nos EUA, México e Canadá, circulando por cinco cidades nos Estados Unidos.
- É a quarta Copa seguida que ele acompanha, totalizando 44 jogos assistidos ao longo dos anos.
- A viagem dura dez dias e começou em 15 de junho, com a estreia da França contra o Senegal, em Nova York.
- Ele já tem ingressos para Brasil x Haiti, na Filadélfia, em 19 de junho; Argentina x Áustria, em Dallas, em 22 de junho; e Portugal x Uzbequistão, em Houston, em 23 de junho; há a expectativa de ver o Brasil x Escócia em Miami, em 24 de junho.
- O viajante diz que a Copa é uma celebração do futebol, mas está pessimista quanto à participação do Brasil na fase de mata-mata, destacando seleções como França, Argentina e Alemanha.
Renato Lins, 47, morador do Distrito Federal, decidiu ir ao Mundial 2026 de última hora. O evento ocorre nos EUA, México e Canadá, e ele já transformou a participação em tradição.
Essa será a quarta Copa que acompanha ao vivo. Ao longo de sua trajetória, soma 44 jogos assistidos em diferentes edições, sempre com foco no aspecto esportivo e cultural do torneio.
Para ele, viajar para a Copa é uma oportunidade de conhecer pessoas e culturas, além de compartilhar momentos com quem gosta de futebol. O foco é a experiência, sem excesso de luxo.
Itinerário de 10 dias nos EUA
Desta vez, Renato viajará com um amigo de infância. A jornada envolve cinco cidades americanas, com estreia prevista em Nova York, para França x Senegal, na terça-feira 15/6.
Jogos confirmados e expectativas
Entre os compromissos já assegurados estão Brasil x Haiti na Filadélfia, 19/6; Argentina x Áustria em Dallas, 22/6; Portugal x Uzbequistão em Houston, 23/6. A partida de fim de fase ainda depende de disponibilidade.
Orçamento e contexto
O viajante ressalta que a viagem é financeiramente desafiadora, com gasto elevado em ingressos e transporte. Mesmo assim, mantém o entusiasmo pela Copa, que descreve como uma grande festa do futebol.
Perspectivas sobre a Seleção Brasileira
Sobre a participação do Brasil, ele se mostra cauteloso. Acredita que a escalação não está ideal e aponta dúvidas sobre Neymar e Endrick. Mesmo assim, acompanha os jogos com interesse por bons confrontos internacionais.
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