- A zagueira Paloma Maciel, do Cruzeiro, sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) durante treino da seleção brasileira feminina em Itu, interior de São Paulo.
- A Confederação Brasileira de Futebol confirmou que a atleta ficará fora dos gramados pelo restante da temporada.
- Este é o sexto caso semelhante entre jogadoras do clube mineiro somente neste ano, gerando preocupação entre torcida e diretoria.
- Cruzeiro investiga as lesões com uso de tecnologia para monitorar carga física e fatores biológicos, segundo a comissão técnica.
- Além de Paloma, outras cinco jogadoras já passaram por cirurgias por lesão semelhante neste ano: Ravenna, Tainara, Laura Felipe (junho); Gaby Soares (maio); Millene Fernandes (abril); todas fora do restante da temporada.
Paloma Maciel, zagueira do Cruzeiro, rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) durante treino da seleção brasileira feminina em Itu, interior de São Paulo. A confirmação foi dada pela CBF, que informou que a atleta ficará fora dos gramados pelo restante da temporada.
O treinamento foi comandado pelo técnico Arthur Elias e teve como objetivo preparar o elenco para as próximas competições, além de dar espaço a jovens promessas enquanto os campeonatos estão paralisados. A lesão ocorre em um momento de seca de jogos.
Este é o sexto caso similar entre jogadoras do clube mineiro neste ano, aumentando a preocupação entre torcedores e dirigentes. Em coletiva no fim de maio, o técnico Jonas Urias e a gerente de futebol feminino Luiza Parreiras destacaram a adoção de tecnologia para monitorar carga física e fatores biológicos das atletas.
Além de Paloma Maciel, outras cinco jogadoras já passaram por cirurgias por ruptura do LCA. Ravenna, Tainara e Laura Felipe operaram em junho; Gaby Soares em maio; Millene Fernandes em abril. Todas ficam afastadas pelo restante da temporada.
Panorama recente e ações do clube
O Cruzeiro informa que segue investigando as causas das lesões. Técnicos e gestão esportiva ressaltam o uso de dados para prevenir novas ocorrências e ajustar treinamentos, visando reduzir ausências futuras.
A origem exata das lesões é acompanhada de perto pela diretoria do futebol feminino, que busca entender fatores mecânicos, físicos e biológicos que possam contribuir para o índice de contusões durante o ano.
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