- PVC diz que Neymar não existe na seleção no momento; foco é discutir o encaixe do time e a ausência de Raphinha, reconhecendo Vinícius Júnior como protagonista.
- O comentarista aponta Endrick como opção para substituir Raphinha no ataque.
- Danilo Lavieri relata que a arquibancada reagiu mais a Rayan e, principalmente, a Endrick do que ao placar.
- Arnaldo Ribeiro comenta que a torcida tende a pedir jovens e grife, o que pode aumentar a pressão por Neymar quando ele estiver no banco; a reposição de Raphinha é central.
- Casagrande critica o futebol lento e o desempenho abaixo do esperado, defende paciência com Rayan e reforça que a discussão sobre Neymar não deve dominar o debate.
O debate sobre Neymar na seleção brasileira ficou evidente, mas segundo PVC não existe no momento em que a equipe atua. O comentarista, durante o Posse de Bola no Canal UOL, afirmou que o time de Carlo Ancelotti precisa lidar com a ausência de Raphinha e valorizar Vinícius Júnior, apontado como o melhor em campo.
PVC afirmou que a discussão sobre Neymar só faz sentido se ele estiver à disposição. “Neymar não viajou, não tá aqui”, destacou, reforçando que o foco deve ser o encaixe do time e as opções para a ponta direita. O atacante segue fora por contusão.
Questionado por José Trajano sobre quem preencheria a lacuna de Raphinha, o comentarista citou Endrick como alternativa, caso a opção recorra a mudanças na escalação. A sugestão gerou debate entre torcedores e analistas.
Danilo Lavieri acompanhou a partida no estádio e descreveu a atmosfera ao surgirem jovens no time. Segundo ele, a entrada de Endrick provocou alegria maior do que o gol marcado, com a arquibancada reagindo de forma mais efusiva.
Arnaldo Ribeiro observou que a torcida costuma pedir “jovem e grife” e que Neymar, no banco, pode ter pressão adicional, mesmo com a influência de Matheus Cunha em campo. A reposição de Raphinha foi destacada como questão central para o próximo compromisso.
Casagrande, por sua vez, pediu paciência com Rayan e avaliou o jogo como abaixo do esperado, com o Brasil em ritmo lento diante de adversário considerado frágil. Para o comentarista, não seria produtivo discutir Neymar com a partida em andamento.
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