- Darci Fernandes está na sua 12ª Copa do Mundo acompanhando o Brasil.
- Ele está na Filadélfia para o jogo Brasil x Haiti, pela segunda rodada do Grupo C, nesta sexta-feira (19/6).
- Em 1982, chorou pela eliminação da seleção; lembra que aquela derrota foi a pior para ele.
- Disse não ter expectativa de título neste Mundial, mas aposta na passagem da fase e guarda lembranças de 1994 como inspiração.
- O torcedor também deixou um palpite cauteloso para o jogo: 3 a 0 a favor do Brasil, pois, segundo ele, já seria lucro.
Darci Fernandes, torcedor brasileiro, chega à 12ª Copa do Mundo acompanhando a Seleção. A edição de 2026 é marcada por sua trajetória em Mundiais, vivida ao lado da torcida em frente ao Estádio, nos arredores de Filadélfia, onde o Brasil enfrenta o Haiti pela segunda rodada do Grupo C.
Com passagens por 12 Copas do Mundo, 10 Olimpíadas, 10 Pan-Americanos e 10 Copas América, ele celebra a paixão que começou na juventude. A lembrança das Copas de 74 e 78 o levou a sonhar com a presença em um Mundial, sonho realizado desde 1982, quando iniciou sua tradição de acompanhar o torneio.
Entre lembranças, a derrota de 1982 para a Itália permanece como marco doloroso. Para ele, aquela eliminação foi a mais marcante, ficando acima de outras decepções, inclusive o 7 a 1 diante da Alemanha em 2014. A memória permanece vívida, especialmente pelo contexto de estar no Mineirão ao longo daquela campanha.
Perspectiva sobre o título e projeção para 2026
Mesmo após a estreia do Brasil com empate diante do Marrocos, Darci demonstra ceticismo quanto ao favoritismo ao título. Ele admite ter chegado aos EUA sem grandes expectativas de conquista, acreditando apenas na possibilidade de avançar na fase de grupos, desde que o país supere o Haiti.
Apesar da reserva, o torcedor mantém uma memória motivadora da campanha de 1994, disputada justamente nos Estados Unidos. Ele cita a reação do time brasileiro na época, com Romário brilhando, como inspiração para manter uma esperança moderada, sem cravar o título.
Em relação ao jogo contra o Haiti, Darci opta por cautela na previsão. Ele já errou previsões no passado e oferece, de forma descontraída, a aposta de uma vitória confortável da Seleção, sem abandonar o tom realista sobre as dificuldades da competição.
Entre na conversa da comunidade