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Treinadora de Endrick explica incômodo do atacante na Copa

Primeira treinadora de Endrick afirma que incômodo com o banco não surpreende; aposta na entrada diante do Haiti sob pressão da torcida

Endrick em sessão de fotos para a Copa do Mundo
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  • Endrick ficou no banco na estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, empate com o Marrocos, gerando críticas à escalação de Ancelotti e cobrança da torcida para o jogo contra o Haiti.
  • Marília Rocha, primeira treinadora do atacante, diz reconhecer nele o mesmo garoto que conheceu aos quatro anos e destaca a competitividade desde cedo.
  • A leitura labial mostrou Endrick ao lado de Neymar reclamando da decisão de ficar fora do time naquele sábado.
  • A treinadora acredita que ele pode entrar como titular ou no segundo tempo diante do Haiti, e afirma que a pressão da torcida foi percebida pelo técnico.
  • Marília reforça a convicção de que Endrick tem potenciais decisivos e que não há outro jogador com as características dele para a Copa.

A estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 acabou empatada com o Marrocos, e Endrick não apareceu entre os titulares. A ausência gerou críticas a Carlo Ancelotti e acendeu o debate sobre a oportunidade de o atacante atuar contra o Haiti, nesta sexta-feira.

Segundo a primeira treinadora de Endrick, Marília Rocha, a reação do jogador não surpreende. Ela conheceu o atleta ainda aos 4 anos, em Valparaíso de Goiás, e guarda uma visão de quem já mostrava competitividade acima da média para a idade.

Marília relembra que Endrick desejava ser protagonista o tempo inteiro, chegando a querer camisa 10, faixa de capitão e cobrança de faltas. Ela comenta que, em alguns momentos, optava por deixá-lo no banco para ensinar a partilha de espaço.

A mentora acompanha a trajetória do jogador desde a infância e mantém o vínculo próximo. Hoje o filho de Marília, Lucas, atua como assessor pessoal do atacante no Real Madrid, reforçando o laço entre eles.

Para Marília, Endrick tem condições de atuar contra o Haiti e acredita que a pressão da torcida pode ter sido sentida por Ancelotti. Ela sugere que o jovem pode entrar como titular ou, no mínimo, aparecer no segundo tempo, caso não comece.

A treinadora reforça a convicção de que Endrick é um jogador com características únicas e decisivas para a seleção. Ela destaca o sonho da Copa do Mundo desde cedo e afirma que o atacante está ciente do potencial que possui.

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