- O curador do Museu do Futebol, Marcelo Duarte, afirma que “o futebol explica o mundo” e apresenta a exposição Amarelinhas, em cartaz até 7 de setembro de 2026.
- A mostra reúne dezoito camisas da seleção brasileira que estiveram efetivamente em dezoito Mundiais, abrangendo 17 Copas, incluindo itens usados em campo e de guarda.
- A história da amarelinha começa em 1954, quando a Comissão Brasileira de Desporto e o Correio da Manhã lançaram um concurso; Aldyr Schlee venceu com a camiseta amarela, gola e punhos verdes, substituindo o modelo branco.
- Entre as camisas em exibição, aparecem destaques de Ronaldo, Neymar, Rivellino, Sócrates e Branco, em diferentes décadas, com foco nas memórias e histórias associadas ao futebol.
- A única exceção da mostra ocorre na Copa de 1998, quando duas camisas são exibidas — de Ronaldo e Edmundo — após o episódio da final; Edmundo chegou a ser escalado, mas Ronaldo jogou após liberação médica.
- Ingressos vão de R$ 12,00 (meia) a R$ 24,00 (inteira), com entrada gratuita para crianças até 7 anos e às terças para todas as faixas etárias.
A exposição Amarelinhas permanece em cartaz no Museu do Futebol até 7 de setembro de 2026, apresentando 18 camisas que estão ligadas a 17 Copas do Mundo. A mostra traça a evolução do uniforme brasileiro, desde as primeiras camisas brancas até a consagração da amarelinha.
O curador do Museu do Futebol, Marcelo Duarte, afirma que o futebol explica o mundo. Ele destaca que o esporte ajuda a entender bandeiras, escudos e geografia ao acompanhar partidas de torneios mundiais.
O que é Amarelinhas
A seleção brasileira foi campeã mundial pela primeira vez em 1958, quando a camisa amarela já tinha a gola e punhos verdes. A peça ganhou o símbolo do tetro, que consolidou o modelo na memória popular.
A mostra reúne camisas usadas em jogos, com itens “suados”, “usados” e “preparados” para evidenciar sua participação efetiva nas Copas. Entre as peças, há itens de 1958, 1962, 1970 e anos seguintes.
Sobre a curadoria
Entre os objetos em exibição, há predileção por camisas associadas a momentos marcantes, como a de Ronaldo na segunda metade dos anos 90 e a estreia de Neymar. O acervo também valoriza a história por trás de cada segura peça.
A exceção da Copa de 1998
A exposição inclui duas camisas da Copa de 1998, associadas a Ronaldo e Edmundo. A escolha reflete a curiosa circunstância de Ronaldo enfrentar uma convulsão horas antes da final, ainda no hotel, o que levou Edmundo a ser considerado para atuar no jogo.
Segundo Duarte, a dupla representação da edição de 1998 busca contar a história daquele torneio com as duas peças relevantes. A final de 1998 terminou com derrota para a França, por 3 a 0.
Detalhes da mostra
O acervo contempla peças de 17 Copas, com foco na identidade visual de cada era. A curadoria pretende oferecer ao público uma experiência que una memória afetiva e contexto histórico do futebol brasileiro.
A visita ao museu ocorre comIngressos variando de acordo com meia-entrada e inteira, com gratuidade para crianças até 7 anos e entrada gratuita às terças para todas as idades.
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