- O Japão teve gol saver problema decisivo por tecnologia de linha na segunda rodada da Copa do Mundo, após chute de Ueda que desviou na defesa e ficou parcialmente na linha; o Dahmen salvou a finalização.
- A decisão mostrou que a bola não cruzou totalmente a linha, segundo o VAR, mantendo o placar sem o tento.
- Houve polêmica por ângulos que pareciam indicar bola fora, mas a imagem oficial mostrou parte da bola ainda em jogo.
- O lance remete a uma jogada de 2022, quando Mitoma impediu a saída de bola e Tanaka marcou o segundo na vitória sobre a Espanha, influenciando a classificação do Japão.
O Japão quase abriu o placar contra a Tunísia em lance que gerou polêmica na segunda rodada da Copa do Mundo. Após marcar, os Samurais ficaram perto de ampliar em chute de Ueda, que desviou na defesa e terminou na intervenção do goleiro Dahmen, com a bola apenas parcialmente sobre a linha.
A decisão ficou com o uso da tecnologia da linha para confirmar o lance. A transmissão mostrou, minutos depois, que parte da bola ainda estava acima da linha, e o árbitro validou que o gol não deveria valer, mantendo o placar sem alterações até o fim da jogada.
O episódio reacendeu lembranças de uma situação semelhante ocorrida na campanha de 2022. Na vitória sobre a Espanha, Mitoma impediu a saída de bola, e Tanaka aproveitou para marcar o segundo do Japão, consolidando a classificação para as oitavas de final daquele Mundial e contribuindo para a eliminação da Alemanha.
O que houve neste caso envolve a precisão da linha de gol e a decisão final do árbitro, apoiada pela tecnologia. A partida, disputada em solo de Copa do Mundo, manteve o jogo em equilíbrio e mostrou mais uma vez como o recurso tecnológico pode influenciar o resultado em lances decisivos.
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