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Seleção sem Raphinha: as cartas na manga de Ancelotti

Lesão de Raphinha complica planos de Ancelotti; Brasil busca substitutos como Endrick, Luiz Henrique e Rayan para enfrentar a Escócia

Raphinha saiu machucado no primeiro tempo contra o Haiti e não deve enfrentar a Escócia na quarta-feira
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  • Raphinha sofreu lesão na coxa direita contra o Haiti e não deve enfrentar a Escócia na quarta-feira.
  • A lesão compromete os planos de Carlo Ancelotti, que antes exaltava o camisa 11 como um dos melhores do mundo.
  • Luiz Henrique surge como opção com perfil veloz pela direita, capaz de dar mais profundidade ao time.
  • Endrick é considerado encaixe possível no ataque, com potencial de combinar com Matheus Cunha e Vinícius Júnior, mesmo sendo jovem.
  • Rayan também aparece como alternativa, mas ainda busca espaço na temporada, com a estreia em copas já ocorrida. A partida contra a Escócia vale a liderança do grupo C e será disputada às 19h (horário de Brasília) na quarta-feira.

A lesão de Raphinha na coxa direita atinge diretamente os planos de Carlo Ancelotti para a seleção brasileira. A Argentina? Não. O Brasil mostrou capacidade de vencer o Haiti por 3 a 0, mas já tem o duelo contra a Escócia, na próxima quarta, sem o camisa 11.

O técnico terá de optar por perfis diferentes para preencher a vaga. Raphinha deixou espaço para velocidade e diagonalidade pela direita, características que pesam na ideia de jogo de Ancelotti.

Opções para a lateral direita

Luiz Henrique surge como o jogador mais parecido com o estilo do atacante do Barcelona. Mesmo sem entrar como titular diante de Marrocos, ele pode oferecer profundidade na ponta e velocidade.

Entretanto, a versatilidade não é tão ampla. Luiz Henrique tende a atuar pela ponta, com menos opções de recuo para infiltração central como Raphinha.

Endrick aparece como alternativa promissora. O jovem de 19 anos, com faro de gols, pode encaixar com Matheus Cunha e Vinícius Júnior, na ideia de jogo do treinador.

Ancelotti já comentou sobre Endrick e pediu paciência à torcida. O técnico afirmou que o jovem é talento extraordinário e entrará no momento certo, valorizando seu ritmo de desenvolvimento.

Rayan também aparece como opção. O atacante, convocado pela primeira vez em março, entrou na partida contra o Haiti, mas ainda não teve estreia marcante na Copa do Mundo.

Na prática, Ancelotti dispõe de Endrick, Luiz Henrique e Rayan para compor a linha de ataque pela direita, cada um com características distintas. A definição ocorre nos próximos dias.

A seleção brasileira volta a campo na quarta-feira, 24, contra a Escócia, às 19h (horário de Brasília). O confronto determina a liderança do grupo C, com Maroc também na disputa.

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