- O Irã afirmou ter chegado aos Estados Unidos com menos de 18 horas de antecedência para a partida contra a Bélgica, enfrentando restrições logísticas e de preparação.
- A delegação, concentrada em Tijuana, diz que houve menos tempo de adaptação em comparação a outras seleções.
- O técnico Amir Ghalenoei disse que as condições são difíceis e pediu melhoria na viagem para o próximo jogo, marcado em Los Angeles neste domingo (21).
- Segundo o treinador, houve autorização para chegar dois dias antes ao confronto contra o Egito, no dia 27, mas isso não ocorreu antes do duelo com a Bélgica.
- A primeira partida do Irã, contra a Nova Zelândia, terminou em empate de 2 a 2, e Ghalenoei atribuiu o resultado a cansaço e erros individuais decorrentes da viagem.
O Irã reclamou novamente das condições de preparação antes da segunda partida na Copa do Mundo, contra a Bélgica, em Los Angeles. A delegação, concentrada em Tijuana, chegou aos Estados Unidos com pouco tempo de adaptação e treinamento reduzido. O técnico Amir Ghalenoei atribuiu parte das dificuldades a problemas logísticos enfrentados pela equipe.
Segundo o treinador, a equipe chegou no país com menos de 18 horas de antecedência para o duelo e realizou apenas parte do treino previsto. Ele mencionou que a situação deve melhorar para a próxima viagem, destacando que a federação autorizou a chegada dois dias antes da partida contra o Egito, no dia 27, algo novo para o grupo.
A Copa acontece no Grupo G, com a Bélgica como adversária na cidade de Los Angeles, em jogo marcado para este domingo. O Irã enfrenta uma sequência de restrições enquanto está sediado no México durante a preparação, o que, segundo o staff, limitou as opções de treinamento.
Ghalenoei também avaliou a derrota na estreia do Irã, que terminou empatada em 2 a 2 com a Nova Zelândia. O técnico apontou que houve erros individuais e problemas defensivos, além de cansaço decorrente da viagem e deslocamentos intensos.
A nível internacional, o amistoso entre Bélgica e Egito terminou em 1 a 1 na estreia. O treinador belga, Rudi Garcia, reconheceu falhas na organização do time, ressaltando a necessidade de melhora para a próxima partida. Em termos de campo e condições, o time belga apontou que o gramado em Seattle foi desafiador, o que pode ter influenciado o ritmo do jogo.
O lateral belga Thomas Meunier comentou que a situação atual envolve fatores políticos que acabam atingindo o contexto esportivo. Ele explicou que, embora não seja comum misturar política e futebol, as circunstâncias podem gerar uma motivação adicional para o Irã entrar em campo.
No confronto entre Irã e Bélgica, ambos os times chegam com dúvidas sobre preparação física, ritmo de jogo e adaptação a esse formato de competição em território americano. O confronto é visto como crucial para as pretensões de cada equipe no grupo.
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