- Elijah Just, atacante da Nova Zelândia com ascendência chinesa pela mãe, marcou os dois gols do empate contra o Irã na Copa do Mundo de 2026.
- O jogador atua pelo Motherwell, da Escócia, e poderia defender China, Nova Zelândia ou Alemanha, por conta de nascença e ascendência.
- A Nova Zelândia, após seis derrotas seguidas em Copas, não perde em seu primeiro Mundial sem atraso e busca avançar do grupo pela primeira vez.
- No Grupo G, todos os quatro times empataram na primeira rodada, mantendo as Erwartungen de classificação ou eliminação para a última rodada.
- A Copa de 2026 ocorre pela primeira vez em três países (Canadá, EUA e México), com 48 seleções, 104 partidas e nova fase de mata-matas antes das oitavas; a decisão é em 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jérsei.
Elijah Just, atacante da Nova Zelândia, marcou os dois gols do empate com o Irã na estreia da Copa do Mundo 2026. O jogador, de 26 anos, tem ascendência chinesa pela mãe e nasceu na Nova Zelândia. O duelo abriu o Grupo G.
Just atua pelo Motherwell, da Escócia, e pode defender China, Nova Zelândia ou Alemanha, por origem e cidadania. Ele é o único entre os mais de 1.200 atletas do torneio com ligação direta à China que poderia obter cidadania chinesa com facilidade.
Ao menos por enquanto, a Nova Zelândia venceu o grupo de forma inédita ao empatar com o Irã e não perdeu na fase inicial da Copa. Restam duas rodadas do grupo, com o Egito pela frente hoje, às 22h (horário de Brasília).
Mudança no formato da Copa 2026
A edição 2026 funciona com 48 seleções, em vez de 32, distribuídas entre Canadá, EUA e México. O torneio terá uma nova fase de mata-mata antes das oitavas.
Foram registradas mais de 1.200 inscrições de jogadores e 104 partidas, ampliando o alcance do mundial. A competição está marcada para terminar em 19 de julho. A final ocorre no MetLife Stadium, em Nova Jérsei.
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