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Bélgica enfrenta a resiliência do Irã pressionada a assumir protagonismo

Bélgica enfrenta o Irã em jogo decisivo do Grupo G, sob pressão por vitória que favoreça o avanço; o Irã busca manter a resiliência e explorar contra-ataques

Kevin De Bruyne, da Bélgica, e Mehdi Taremi, do Irã: destaques das seleções na Copa do Mundo
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  • Bélgica enfrenta o Irã neste domingo, às 16h (de Brasília), em Los Angeles, pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo de 2026.
  • As duas seleções somam um ponto após empates na estreia, enquanto o Egito e a Nova Zelândia também ficam atrás no grupo.
  • A Bélgica deve iniciar sem Romelu Lukaku, mesmo com a boa atuação dele contra o Egito; a base deve seguir com Courtois, Doku, De Bruyne e Trossard.
  • O Irã, treinado por Amir Ghalenoei, manteve a escalação vista na estreia e aposta em contra-ataques para explorar o estilo belga.
  • O atacante Taremi, com 33 anos e 59 gols pela seleção, é visto como diferencial no ataque iraniano para a partida contra a Bélgica.

Belgica encara a pressão para protagonismo no Grupo G da Copa do Mundo de 2026. A equipe enfrenta o Irã neste domingo, 21, às 16h (horário de Brasília), em Los Angeles, buscando vencer para assumir a liderança. Na estreia, o empate com o Egito deixou o saldo em 1 ponto.

O técnico Rudi Garcia deve manter a base de Courtois, Doku, De Bruyne e Trossard. Romelu Lukaku pode ficar fora do início, apesar da boa atuação e do gol contra o Egito. A ideia é impor ritmo dominante desde o começo.

O Irã, comandado por Amir Ghalenoei, manteve a escalação após a estreia e aposta no estilo de jogo que pode explorar a defesa belga. Taremi, com 59 gols em 105 jogos, é lembrado como destaque que pode decidir o ataque.

Contexto em Los Angeles

A cidade abriga uma grande comunidade iraniana e vive clima político tenso após o acordo que distanciou EUA e Irã. Mesmo assim, a torcida iraniana pretende apoiar o time dentro das arenas, sem abrir mão da expectativa de contra-ataques rápidos.

Dentro de campo, Ghalenoei elogia o desempenho na estreia e acredita que o choque de estilos com a Bélgica pode favorecer o Irã. Aquele confronto com a Nova Zelândia expôs fragilidades que o técnico quer evitar neste confronto.

Resumo da expectativa: uma vitória pode colocar um dos classificados com vantagem, enquanto uma derrota aumenta a necessidade de rendimento recente para seguir na competição. A rodada seguinte é crucial para as pretensões no grupo.

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