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Brasil precisa explorar a alergia a gol de Marrocos, diz Mauro Cezar

Brasil pode perder a liderança do grupo na Copa de 2026; analistas destacam vulnerabilidade contra times fechados e dependência de falhas de Marrocos

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  • Mauro Cezar Pereira aponta que o Brasil não tem liderança segura no grupo e pode precisar da “alergia a gol” de Marrocos para vencer a chave.
  • Danilo Lavieri diz que Japão e Holanda jogaram bem mais que o Brasil até aqui, elevando o sinal de alerta para as oitavas de final.
  • Juca Kfouri ressalta a falta de ânimo, mesmo com a vitória por três a zero sobre o Haiti, e destaca que Alisson foi mais exigido que o goleiro haitiano.
  • Arnaldo Ribeiro afirma que, a cada jogo, aparecem sinais de adversários mais fortes que o Brasil ainda não mostrou.
  • A análise ocorre durante a Copa do Mundo de 2026, no programa Posse de Bola, do Canal UOL.

O Brasil pode perder a liderança do grupo na Copa do Mundo 2026, segundo avaliações de especialistas. Em análise veiculada pelo Posse de Bola, no Canal UOL, a defesa do time brasileiro é citada como um ponto de preocupação diante de adversários que defendem bem e pressionam alto.

A leitura aponta que o Brasil precisa contar com eventuais falhas do Marrocos na fase de gols, já que os marroquinos também enfrentam dificuldades para marcar. O cenário alimenta o temor de que a liderança do grupo não esteja assegurada.

Outra linha de alerta procede da avaliação de que o time ainda não conseguiu demonstrar, em jogos recentes, desempenho suficiente para enfrentar equipes com proposta mais conservadora e pressão constante. O equilíbrio do grupo é citado como ponto-chave para a próxima etapa.

Análises dos especialistas

Danilo Lavieri afirma que Japão e Holanda apresentaram jogo superior ao do Brasil até aqui, e que os avanços na seleção não chegam a justificar otimismo para os 16 avos de final.

Juca Kfouri aponta que, mesmo com a goleada sobre o Haiti, há dúvidas persistentes. O comentarista ressalta que o goleiro Alisson atuou mais do que o esperado para evitar placar adverso, sinalizando fragilidades.

Arnaldo Ribeiro complementa dizendo que, a cada duelo entre favoritas, surgem situações que ainda não foram vistas na seleção brasileira. A percepção é de maior inquietação conforme o torneio avança.

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