- Franclim Carvalho, português, segue em seu primeiro trabalho como técnico do Botafogo, em um momento instável e com necessidade de engrenar no Brasileirão.
- Em entrevista ao jornal Record, ele destacou avanços de infraestrutura desde 2024, quando foram inaugurados vestiários, a academia e parte do CT.
- O treinador afirmou que, com as mudanças na gestão e no elenco, é preciso definir objetivosRealistas, já que as condições atuais são diferentes.
- Carvalho ressalvou que, apesar de ter tido um elenco forte em 2024, o Botafogo hoje não atua no mesmo nível, e será necessário fazer ajustes no plantel frente a Fluminense e Cruzeiro.
- No primeiro semestre, o clube ficou na 12ª posição no Brasileirão com 22 pontos, e a campanha na Copa Sul-Americana teve melhor desempenho na fase de grupos.
Em seu primeiro trabalho como treinador, o português Franclim Carvalho analisa os avanços da SAF do Botafogo e avalia o elenco em entrevista ao Record, de Portugal, publicada nesta semana. O técnico trata da temporada e da transição financeira do clube brasileiro.
Carvalho destacou melhorias nas infraestruturas desde 2024, quando o clube reformou vestiários, academia e parte do CT. Ele afirmou que os objetivos precisam ser redefinidos diante das novas condições, lembrando que, hoje, há mais recursos, mas também mudanças no elenco e na comissão técnica.
Ainda sobre o cenário atual, o treinador ressaltou que o Botafogo não vive o mesmo momento de 2024. Segundo ele, o clube não está entre os favoritos para igualar Flamengo e Palmeiras, que estariam em posição superior. Ele enfatizou a necessidade de ajustes no grupo e citou o interesse de clubes por alguns atletas.
Desempenho recente do Botafogo
O Botafogo terminou o primeiro semestre com a melhor campanha da fase de grupos da Copa Sul-Americana, mas ocupa a 12ª posição no Brasileirão, com 22 pontos. A equipe busca recuperação no retorno do calendário após a Copa do Mundo, tentando deixar a zona de rebaixamento mais próxima.
A análise de Carvalho também aponta que o elenco tem jogadores cobiçados no mercado, o que exige gestão de saídas e reforços estratégicos. O técnico discutiu a necessidade de equilibrar a competitividade com a realidade financeira e estrutural do clube.
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