- Irvine disse que os atletas foram avisados sobre a punição e citou Vinícius Júnior, afirmando que a regra esclarece o que foi dito.
- Miguel Almirón foi expulso por cobrir a boca ao falar na partida contra a Turquia; foi o primeiro vermelho sob a nova diretriz e fica suspenso do jogo decisivo contra a Austrália.
- Irvine reforçou que, se alguém não quer que vejam o que está sendo dito, então não deveria dizer, segundo a linha da regra aprovada.
- A punição para cobrir a boca ao falar foi aprovada em abril pela International Football Association Board (Ifab), para coibir falas encobertas em campo.
- Um caso citado envolve Gianluca Prestianni, do Benfica, que cobriu a boca com a camisa; acabou punido com seis jogos por linguagem homofóbica e foi acusado de racismo.
A defesa de uma nova regra para impor punições a jogadores que cobrem a boca ao falar ganhou força após declarações de atleta australiano. A linha adotada visa esclarecer quando há comunicação verbal que não pode ser avaliada pelas imagens.
Irvine explicou, sem citar nomes, que punições existem para situações em que a fala não pode ser verificada. O enfoque é reduzir dúvidas sobre conteúdos ditos durante o jogo, especialmente em episódios passados envolvendo Vinícius Júnior.
No confronto entre Paraguai e Turquia, Miguel Almirón foi expulso por cobrir a boca ao falar, marca o primeiro cartão vermelho sob a nova diretriz. Ele ficará suspenso do próximo jogo decisivo do Grupo D contra a Austrália, em Santa Clara, Califórnia.
A direção da prova informou que a punição para quem cobre a boca ao falar foi aprovada pela IFAB, órgão regulador, em abril. A ideia é dificultar a avaliação de falas escondidas pelos ângulos das câmeras.
Um caso próximo trouxe mais contexto: Gianluca Prestianni, do Benfica, cobriu a boca com a camisa em jogada contra o Real Madrid. Embora não tenha recebido expulsão na hora, acabou desautorizado com suspensão de seis jogos por linguagem inadequada, gerando debate sobre a aplicação da regra.
Entre na conversa da comunidade