- Jogadores acuam a falta de ritmo no gramado seco e duro do MetLife, com Vinicius Junior e Adrien Rabiot criticando o piso; Deschamps chamou o campo de “especial.
- A FIFA afirmou que os 16 estádios do Mundial de 2026 estão em condição excelente de jogo e segurança, apesar das críticas nas redes sociais.
- O gramado de MetLife foi instalado em março, vindo de fazenda de grama no interior dos Estados Unidos, com camadas de irrigação e monitoramento constante.
- Equipes de manutenção trabalham durante as partidas para nivelar e irrigar o campo, assegurando condições estáveis para os jogos.
- restam seis jogos no MetLife neste Mundial, começando em 22 de junho, e há planejamento para a final de 19 de julho, com janela de preparação de duas semanas entre 5 e 19 de julho.
O MetLife Stadium é alvo de questionamentos sobre a adequação do gramado para a final da Copa do Mundo. Em 16 de junho, após a vitória da França sobre Senegal por 3 a 1, a equipe de manutenção já avaliava o campo para as partidas seguintes. A preocupação é com o estado da superfície e o ritmo do jogo.
A área técnica percorre o campo após cada partida, ao longo de todo o tempo. Trabalhadores operam com rastelos, máquinas de corte e aeradores, verificando áreas específicas e medindo o comprimento da grama. Bandeiras laranjas e verdes marcam orientações ao longo das linhas.
Na prática, a ideia é manter o gramado em condições ideais para a sequência do torneio, que inclui mais seis jogos no MetLife até a final, marcada para 19 de julho. Entre eles, o confronto entre Noruega e Senegal, programado para 22 de junho.
Críticas de jogadores de alto nível aumentam a pressão. Vinícius Júnior, do Brasil, descreveu o campo como seco e de andamento lerd, o que dificulta a construção de jogadas. Didier Deschamps, técnico da França, chamou a superfície de especial, sem detalhar o que isso significa.
Autoridades do futebol defenderam o estado da grama. A FIFA informou que as oito equipes e 16 estádios do mundial apresentam condições excelentes, com foco em segurança e desempenho. Em comunicado, a entidade ressaltou investimentos em pesquisa e monitoramento de cada campo.
A resposta de dirigentes da FIFA enfatizou que variações visuais na aparência do gramado não refletem necessariamente a qualidade ou a jogabilidade. A organização reiterou que as superfícies passam por avaliações contínuas antes e durante os jogos.
O histórico também entra na discussão. A qualidade do gramado já foi alvo de críticas no Mundial de Clubes do ano passado, quando nove partidas ocorreram no MetLife. A preparação para o torneio atual envolveu etapas de instalação desde maio e um envio de grama de fazendas na Carolina do Norte.
> Detalhes operacionais indicam que o terreno recebe irrigação constante e manutenção entre os tempos de jogo. Técnicos acompanham a umidade, firmeza e condições de jogo para cada partida, conforme protocolo da FIFA.
Ao todo, seis novas partidas do Mundial estão previstas no MetLife, com o retorno de Senegal diante de Noruega em 22 de junho. As equipes já disputaram o primeiro encontro sob as condições do estádio, o que pode influenciar o desempenho nos confrontos seguintes.
MetLife e o futuro da final
A final da Copa está programada para acontecer no estádio, com planejamento para um show de intervalo no gramado. O organizador ressalta que houve uma janela de preparação de duas semanas entre o 16º de final e a decisão, buscando a melhor condição possível para o grande jogo.
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