- Paquetá foi acusado de manipulação de apostas pela Associação de Futebol da Inglaterra, com processo iniciado em vinte e quatro de maio de dois mil e vinte e quatro e encerrado em vinte e cinco de julho de dois mil e vinte e cinco, com a inocência reconhecida.
- Perdeu a chance de sair do West Ham para o Manchester City, pedido por Pep Guardiola, e acabou ficando fora de várias convocações durante o processo.
- Decepcionado com o mercado europeu, voltou ao Flamengo, chamado de “sua casa”, acreditando que voltaria a disputar uma Copa do Mundo.
- Em campo, o técnico Carlo Ancelotti o colocou no meio-campo, deixando de lado a ideia de usá-lo pela ponta; Paquetá passou a ser o principal articulador da seleção brasileira e a dar sustentação a jogadas, em parceria com Vinicius Júnior.
- Na relação com Vinicius Júnior, Paquetá afirmou confiança mútua e afirmou que o entrosamento ajuda a equipe, enquanto o Brasil busca o hexacampeonato na competição.
Paquetá viveu uma reviravolta que chamou a atenção do futebol mundial. Acusado de participação em apostas, ele ficou sob investigação na Inglaterra e correu risco de banimento. A cada avanço do processo, novas decisões abriram caminho para uma mudança radical na carreira do jogador.
Após meses de incerteza, a inocência foi reconhecida pela entidade inglesa em julho de 2025. O retorno ao Brasil ocorreu em seguida, com Paulo Paquetá deixando o West Ham para retornar ao Flamengo, onde se naturalizou novamente como peça-chave do clube.
No Flamengo, o jogador reconquistou espaço e confiança. Hoje atua como principal articulador do meio-campo da Seleção Brasileira, sob o comando de Carlo Ancelotti, que o reconduziu à Copa do Mundo.
Contexto da carreira e retorno ao Brasil
O período de afastamento europeu coincidiu com negociações e mudanças de destino. Paquetá chegou a quase deixar o futebol inglês para vestir a camisa do Manchester City, a pedido de Pep Guardiola, mas as acusações frearam o negócio.
De volta ao Flamengo, o meia assumiu o papel central na construção das jogadas. A confiança depositada por Ancelotti reforçou a chance de atuar na Copa, mesmo com as dúvidas que cercavam a fase inicial de preparação da seleção.
Convocação e nível de atuação na Copa
Ancelotti inicialmente não convocou Paquetá para dois amistosos decisivos em março, mas a chamada final veio para a Copa do Mundo. O técnico italiano passou a explorar Paquetá no meio-campo, ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães, buscando equilíbrio entre contenção e criação.
Na estreia, Paquetá ganhou espaço com passes precisos para Vinícius Júnior e Raphinha, ajudando a organizar o jogo brasileiro. A dupla com Vinícius Júnior é destacada pela sintonia que desenvolveu ao longo do tempo, inclusive desde o Flamengo.
O contexto atual aponta Paquetá como titular e principal articulador do time, com a missão de contribuir para o desempenho do Brasil na Copa. A trajetória de superação permanece como referência de força e foco para a equipe.
Entre na conversa da comunidade