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PC Oliveira diz que gol da Nova Zelândia contra o Egito não deveria valer

Gol de Surman foi validado mesmo com protocolo que exige repetição de escanteio após falta de Boxall e sem recomendação de revisão do VAR

Finn Surman comemora gol em Nova Zelândia x Egito — Foto: Reuters
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  • A Nova Zelândia abriu o placar aos 14 minutos do primeiro tempo com cabeceio de Finn Surman, em Vancouver.
  • Segundo PC Oliveira, Boxall cometeu falta antes da cobrança de escanteio, o que violaria o protocolo.
  • Como a bola não estava em jogo, o árbitro deveria ter sido chamado pelo VAR para repetir a cobrança.
  • Sem recomendação de revisão do VAR, comandado por Mohammed Khamid, o gol foi validado pelo árbitro Omar Al Ali.
  • A partida é no Grupo G da Copa do Mundo, contra o Egito, que compõe o grupo com Bélgica e Irã.

O que aconteceu: a Nova Zelândia abriu o placar contra o Egito com gol de cabeça de Finn Surman, aos 14 minutos do primeiro tempo, em Vancouver, Canadá, pela Copa do Mundo. Segundo analistas, o lance deveria ter sido invalidado.

Quem está envolvido: além de Surman, o zagueiro Boxall, da Nova Zelândia, é apontado como envolvido na falta que precedeu o escanteio. O árbitro Omar Al Ali validou o gol, sem consultar o VAR.

Quando e onde: o jogo ocorreu no início da tarde local de Vancouver, em 21 de junho de 2026, pela fase de grupos do Grupo G. O Egito enfrentava ainda Bélgica e Irã, que empataram mais cedo.

Como deveria ter ocorrido: o consultor de arbitragem da Globo, PC Oliveira, afirmou que Boxall cometeu falta fora da jogada ao tocar em um marcador egípcio antes da cobrança do escanteio. Como a bola ainda não estava em jogo, o VAR deveria ter pedido a repetição.

Por quê é relevante: a validação do gol gerou questionamento sobre a atuação do árbitro e do sistema de revisão, em um jogo decisivo para a Nova Zelândia na competição. A partida segue com o Egito buscando empate ou virada.

Análise do lance de arbitragem: especialistas destacam que, segundo o protocolo, a cobrança de escanteio deve ser repetida se houver falta durante a cobrança. A ausência de recomendação do VAR, comandado por Mohammed Khamid, é tônica do debate sobre o erro potencial.

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