- Na Copa do Mundo, alguns jogadores têm entrado em campo com meiões furados na panturrilha, por conta de um tecido de compressão que aperta nessa região.
- A ideia é reduzir a pressão do material elástico, melhorar a circulação do sangue e, teoricamente, diminuir o risco de cãibras, aumentando o conforto.
- Ainda não há consenso entre médicos sobre a eficácia dos furos para aliviar o desconforto ou evitar lesões.
- Gareth Bale foi citado como um dos primeiros a usar a técnica, associando os furos à redução de tensão, mas com histórico de lesões em uma temporada no Real Madrid.
- A prática gerou debate nas redes sociais, com torcedores questionando se há efeito real ou apenas psicológico.
O que acontece: jogadores da Copa do Mundo têm entrado em campo com meiões com furos, principalmente na região da panturrilha, para reduzir a pressão do tecido de compressão usado para firmar as caneleiras. A prática tem ganhado atenção nas partidas.
Quem está envolvido: atletas de diversas seleções que utilizam meiões com tecido elástico que aperta a panturrilha. Entre os exemplos históricos, o ex-jogador Gareth Bale já havia adotado essa mudança durante sua passagem pelo Real Madrid, segundo registros da imprensa.
Quando, onde e por quê: a prática surgiu há alguns anos, ganhando visibilidade durante a edição atual da Copa do Mundo. A justificativa é reduzir desconfortos, favorecer a circulação sanguínea e diminuir o risco de cãibras, já que o compressivo poderia pressionar menos a panturrilha. Ainda não há consenso médico sobre a eficácia.
Contexto e repercussão
Pesquisas médicas não confirmam de forma unânime a eficácia dos furos para aliviar desconfortos ou melhorar o desempenho. Mesmo assim, alguns jogadores repetem a técnica por motivos que vão além do físico, atribuindo-lhe efeito positivo psicológico e de confiança.
Nas redes sociais, torcedores e seguidores discutem a prática, questionando se há benefício real ou apenas superstição. Em campo, a diferença prática entre meiões íntegros e rasgados não é ainda comprovada de forma conclusiva pela comunidade médica.
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