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Sem Raphinha, Ancelotti avalia opções para o ataque do Brasil

Ancelotti estuda substituto para Raphinha no ataque, com cinco candidatos, para a partida contra a Escócia

Endrick, Luiz Henrique e Martinelli (da esq. para a dir.), em treino da seleção; eles são três dos candidatos à vaga de Raphinha contra a Escócia
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  • Ancelotti comandou o primeiro treino de preparação do Brasil para a partida contra a Escócia, em Morristown, Nova Jersey, com poucos titulares em campo.
  • Raphinha está fora por lesão muscular; cinco candidatos disputam a vaga do camisa 11: Luiz Henrique, Rayan, Martinelli, Endrick e Igor Thiago.
  • Neymar está disponível, mas ainda não pode atuar como titular na próxima partida.
  • Rayan, de 19 anos, tornou-se o jogador brasileiro mais jovem a atuar em uma Copa desde 1970, ao entrar diante do Haiti.
  • A seleção deve ajustar o ataque para enfrentar uma defesa mais recuada da Escócia, explorando jogadas pelas pontas e ajustes de posição dos atacantes.

O técnico Carlo Ancelotti comandou neste domingo (21) o primeiro treino de preparação da seleção brasileiro para o duelo contra a Escócia. A atividade foi realizada no CT de Columbia Park, em Morristown, Nova Jersey, com maior parte dos titulares preservada para descanso. Apenas Alisson, Paquetá e Vinicius Júnior participaram integralmente no campo.

A principal missão de Ancelotti é definir o substituto de Raphinha, que sofreu lesão muscular na coxa direita. A decisão será tomada em treinos fechados nesta segunda (22) e terça (23), mantendo o mistério que tem marcando a Copa do Mundo até aqui.

Candidatos ao ataque

Cinco jogadores disputam a vaga para o ataque na partida contra a Escócia, marcada para 24 de junho, no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens. Luiz Henrique, Rayan, Martinelli, Endrick e Igor Thiago aparecem como opções. Neymar estará disponível, mas não deve ser titular.

Rayan despontou após a lesão de Raphinha, tornando-se o jogador mais jovem a defender o Brasil em uma Copa desde 1970. A jovem atuação evidenciou sua velocidade e timing nas jogadas pelas costas da defesa adversária.

Luiz Henrique surge como favorito pelo custo-benefício técnico. O atacante do Fluminense gosta de atuar pela ponta direita, com dribles rápidos e passes curtos, buscando criar chances contra defesas retrancadas.

Martinelli, com experiência internacional e percepção de espaço, também entra na disputa. Jogador do Arsenal, ele atua preferencialmente pela esquerda, o que exige ajuste para manter a harmonia com Vinicius Junior.

Igor Thiago e Endrick representam opções com perfil mais central. Thiago começou a Copa como titular, mas teve atuação abaixo do esperado; Endrick, ainda jovem, busca ganhar a confiança do treinador.

Contexto da decisão tática

Os ajustes adotados por Ancelotti visam melhorar a construção ofensiva diante de esquemas mais conservadores adversários. Em transições anteriores, o treinador já mudou o perfil dos atacantes e o posicionamento dos laterais entre as partidas.

O treinador ressalta que a seleção precisa ter várias identidades em jogo, defendendo com bloco baixo quando necessário, explorando a qualidade individual e mantendo agressividade no ataque. Não se busca uma única identidade, e sim versatilidade.

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