- Fábio Lázaro afirma que a Argentina joga através de Messi, usando seus movimentos para ditar o ritmo e abrir espaços entrelinhas.
- Segundo ele, não é apenas tocar no Messi, mas como o camisa 10 se movimenta para abrir linhas de passe e organizar a equipe.
- Sobre a partida contra a Áustria, houve domínio da posse, mas poucas chances claras, com muitos cruzamentos errados.
- No segundo tempo, a Argentina voltou com controle cadenciado do jogo, deixando a impressão de que poderia decidir a partida em um lance.
- Casagrande afirma que Messi é maior do que Maradona, destacando a trajetória de Messi pela Argentina e a possibilidade de bicampeonato.
Fábio Lázaro analisa o estilo da Argentina ao lado de Lionel Messi ao vivo no programa Fim de Papo, do Canal UOL. Segundo ele, a seleção não joga para o craque, mas através dele, usando os movimentos do camisa 10 para ditar o ritmo e abrir espaços entre as linhas. O panorama é de uma atuação que privilegia leitura de jogo e cadência coletiva.
Para o comentarista, a dependência do time em Messi não se resume a tocar no jogador, e sim a como ele se desloca para criar opções de passe e organizar o equilíbrio ofensivo. Em suas palavras, Messi atua para que os demais se encontrem, reforçando que a Argentina joga mais com o camisa 10 do que apenas para ele.
Lázaro citou a atuação da Áustria em determinado momento, afirmando que o confronto trouxe desequilíbrios na transição ofensiva, com o time europeu marcando alto. Apesar do domínio da posse, houve dificuldades para converter em chances claras, com cruzamentos pouco precisos.
Análise do segundo tempo
O comentarista destacou que, ao retornar do intervalo, a Argentina demonstrou controle cadenciado do jogo, mantendo o ritmo que costuma caracterizar a equipe. Segundo ele, o time poderia definir a partida em algum lance, caso mantivesse a pressão e a organização.
Futuro e legado de Messi
Casagrande, outro comentarista, afirmou que Messi pode ser considerado maior que Maradona, destacando a diferença de eras e o contexto do futebol italiano dos anos 80 e 90. Ele ressaltou que Messi coleta feitos relevantes com a Argentina e está bem servindo o conjunto com personalidade coletiva, além de ter potencial para chegar a outra Copa do Mundo com gols expressivos.
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