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Brasil x Haiti: jogo reduz consumo de energia em até 9,6%

Jogo Brasil x Haiti reduz consumo de energia em até 9,6%, com queda de sete mil e quinhentos MW no primeiro tempo e monitoramento especial do SIN

Na imagem, seleção brasileira em campo contra a do Haiti. Os dados são do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) | Reprodução/CazéTV - 19.jun.2026
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  • Brasil venceu o Haiti por 3 a 0 na Copa do Mundo de 2026, o segundo jogo da equipe no torneio.
  • A queda máxima de carga no SIN foi de 9,6% durante a partida, conforme o ONS.
  • O menor patamar registrado foi de 73.616 MW; o pico de baixa ocorreu às 23h30.
  • Antes do jogo, às 20h30, houve redução de cerca de 6.700 MW em relação à carga típica para o horário.
  • No 1º tempo, a demanda ficou 7.500 MW abaixo do padrão; houve oscilações rápidas com aumentos de 2.279 MW em 9 minutos (intervalo 22h34) e de 2.420 MW em 17 minutos (fim de jogo 23h50).

A vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0, na Copa do Mundo de 2026, provocou queda de até 9,6% na carga do Sistema Interligado Nacional (SIN). O jogo ocorreu na sexta-feira, 19 de junho de 2026, em horário noturno.

Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que a demanda de energia iniciou queda antes do apito inicial, às 20h30, com redução de cerca de 6.700 MW em relação ao padrão do horário. O recuo seguiu durante o primeiro tempo.

Durante a partida, a demanda ficou 7.500 MW abaixo do comportamento esperado, no intervalo entre 21h30 e o fim do tempo inicial. O comportamento é descrito pelo ONS como padrão histórico observado em jogos da seleção em Copas.

Oscilação na carga ocorreu com pausas na partida, gerando retomadas rápidas no consumo. As variações foram resultado da soma de uso de eletrodomésticos, preparo de alimentos e abertura de geladeiras.

Entre os picos de elevação, registrou-se um aumento de 2.279 MW em 9 minutos às 22h34, equivalente ao consumo médio do Rio Grande do Norte. Ao final da partida, às 23h50, houve alta de 2.420 MW em 17 minutos, similar à carga média do Maranhão.

O ONS monitorou as flutuações para absorver as oscilações rápidas da demanda durante a noite, sem a necessidade de intervenção adicional no sistema. Não há informações sobre impactos adicionais na distribuição de energia.

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