- A camisa do Brasil usada na Copa do Mundo de 2002 ficou em décima posição numa lista das dez camisas mais feias da história dos Mundiais, segundo o site The Athletic.
- Segundo a publicação, os detalhes verdes no modelo contribuíram para as críticas, mas o texto ressalta que a peça segue sendo emblemática por sua ligação ao quinto título brasileiro.
- A matéria também aponta que a camisa de 1986 figura entre as mais bonitas, em terceiro lugar, destacando o visual clássico e a combinação tradicional de cores.
- A seleção de 2002, treinada por Luiz Felipe Scolari, venceu o torneio disputado na Coreia do Sul e no Japão, com Ronaldo terminando como artilheiro da competição, com oito gols, incluindo dois na final contra a Alemanha.
- O ranking evidencia como a avaliação estética de uniformes muda ao longo do tempo e reforça a força da identidade visual brasileira nas Copas.
A camisa da Seleção Brasileira usada na Copa do Mundo de 2002 foi incluída pelo site The Athletic em uma lista das dez camisas mais feas da história dos Mundiais. A peça ficou na 10ª posição do ranking publicado pela publicação norte-americana. A presença do modelo gerou debates entre torcedores.
Segundo os autores da lista, os detalhes verdes presentes no uniforme contribuíram para a avaliação negativa. Mesmo assim, o texto destaca que a camisa é uma das mais emblemáticas pela ligação com o quinto título brasileiro.
Contexto do ranking
O site ressaltou que a camisa de 2002 é associada à conquista do pentacampeonato, ocorrido na Coreia do Sul e no Japão, sob o comando de Luiz Felipe Scolari. Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho integraram o elenco, com Ronaldo terminando como artilheiro da competição, com oito gols, incluindo dois na final contra a Alemanha.
A publicação também mencionou a relevância histórica do uniforme do Brasil na competição. Em contrapartida, o levantamento destacou a camisa de 1986 como uma das mais bonitas, ocupando a terceira posição, atrás apenas de modelos de 1990 e 1998.
Outras leituras sobre as camisetas
A lista evidencia a dualidade entre estética e memória. Enquanto a peça de 2002 é criticada pela aparência, ela mantém status por sua importância no título. Já o modelo brasileiro de 1986 é citado como referência de clássico visual e combinação tradicional das cores. A identificação com a seleção reforça o papel das camisas na memória dos Mundiais.
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