- The Athletic classificou as camisas mais feias das Copas e colocou a camisa amarela do Brasil de 2002 na décima posição, destacando os detalhes verdes como pontos negativos.
- A crítica afirma que aquela edição da camisa foi “do pior”, com os elementos verdes sendo vistos como desproporcionais ao design.
- Entre as outras camisas listadas estão modelos de Holanda (goleiro, 1994), Suíça (2026), Bélgica (1982), Suíça (2022), Rússia (1994), Nigéria (1994) e Estados Unidos (1994 e 2022).
- O texto ressalta que, para o lado bonito, a versão de 1986 foi destacada como uma das mais bonitas da história, ocupando a terceira posição.
- Em resumo, a matéria evidencia uma avaliação crítica do conjunto, sem implicar aprovação de qualquer país ou modelo específico.
A camisa amarela usada pelo Brasil na Copa do Mundo de 2002 foi classificada pelo site The Athletic entre as dez mais feias da história das Copas. O ranking a coloca na décima posição, com críticas voltadas aos detalhes em verde no desenho.
Segundo a publicação, o modelo do pentacampeonato é considerado o pior da equipe brasileira entre as opções históricas, destacando que os elementos verdes dão um aspecto estranho ao uniforme. O texto cita que, mesmo entre grandes times, a peça desta edição não agradou.
A lista de roupas consideradas feias pelo portal ainda inclui seleções como Holanda, Bélgica, Rússia, Nigéria, Suíça e Estados Unidos, além de menções às camisas americanas de 1994 e 2022. A Bolívia lidera o ranking na edição de 1930, com uma curiosa composição de letras nos uniformes.
A camisa de 1986 entre as mais bonitas
O The Athletic também destacou uma versão da seleção brasileira entre as mais bonitas da história. A camisa de 1986 ficou em terceiro lugar no ranking de estética, atrás apenas de modelos da Alemanha em 1990 e do México em 1998. A combinação de amarelo com gola e punhos verdes é elogiada, assim como o escudo com a taça Jules Rimet.
De acordo com a publicação, o conjunto de 1986 é lembrado por sua harmonia visual e pela identidade forte que transmitia a seleção, além da valorização do escudo clássico da CBF. A reportagem ressalta que o fator estético esteve alinhado ao simbolismo da época.
A matéria completa sobre as listas de camisas bonitas e feias está disponível apenas no The Athletic, com avaliações distintas para cada edição de Copa do Mundo. As conclusões refletem escolhas arquitetônicas de design, sem implicar em desempenho técnico das equipes.
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