- Casagrande afirmou que Pelé é o atleta do século, afirmando que Messi não vence em comparação de atleta.
- Entre os argumentos, ele diz que Pelé era mais forte fisicamente e jogava com as duas pernas, além de ter mais destaque no cabeceio.
- O comentarista ressalta que mudanças no formato da Copa e no número de jogos dificultam comparar feitos ao longo do tempo.
- Também citou que hoje há mais seleções e partidas, o que pode alterar a leitura sobre os feitos históricos.
- Em outra passagem, Casagrande diz que Messi pode ser maior que Maradona; ele lembra ter visto Maradona de perto e ressalta fases diferentes do futebol.
- Ainda no contexto, aponta que Messi foi para a sexta Copa do Mundo e chegou a 18 gols, com Argentina em posição de buscar título.
Walter Casagrande Jr. afirma que Pelé é o atleta do século e que não há comparação com Lionel Messi nesse quesito. A declaração foi feita no programa Fim de Papo, do Canal UOL, ao discutir quem seria o maior atleta de todos os tempos.
Segundo Casagrande, o que difere Pelé de Messi não é apenas a habilidade com a perna esquerda, e sim a força física, que ele atribui ao atleta brasileiro em uma época sem recursos de treinamento. Ele ressalta que Pelé já era forte por natureza e destacava-se no cabeceio.
Casagrande ainda compara contextos de Copas do Mundo, observando mudanças de formato e do número de jogos ao longo do tempo. Na visão dele, tais fatores influem na leitura sobre feitos, sem eliminar a discussão sobre quem foi o maior.
O ex-jogador aponta que hoje há mais jogos e que há seleções mais fracas na Copa. Em 1970, a chave do Brasil incluía Inglaterra, Romênia e Tchecoslováquia, enquanto hoje grupos são formados por equipes como Haiti, Escócia e Marrocos.
Mudanças de era e avaliação de jogadores
Casagrande também comenta que, embora tenha enfrentado Maradona, não vê comparação direta entre as épocas. Ele afirma que o nível de adversários de Maradona era diferente do enfrentado por Messi, especialmente no futebol italiano dos anos 80 e 90.
Ele afirma ainda que o Messi tem potencial para alcançar uma segunda conquista de Copa do Mundo, caso a Argentina tenha desempenho sólido e decisões individuais contribuam para o título. A ideia é que o clube nacional mantenha personalidade coletiva e desempenho contínuo.
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