- Na estreia da Copa, a camisa do atacante egípcio Zico rasgou; no jogo contra a Nova Zelândia, um dos números se soltou e ele trocou de camisa durante a partida.
- Foram cinco casos de camisas rasgadas na competição, todos com material da Puma, empresa fornecedora dos uniformes.
- Além de Zico, registraram-se rasgos em jogadores como Pavel Sulc, Gustavo Gómez, El Aynaoui e Caleb Yirenkyi, todos em partidas distintas.
- A Puma afirmou que seus uniformes são de alto desempenho, ultraleves e desenvolvidos para máximo desempenho, e disse que o caso de Zico está sendo analisado; não anunciou medidas imediatas de troca.
- A situação já ocorreu anteriormente, em 2016, na Eurocopa com Suíça; a empresa atribuiu os rasgos a um lote defeituoso e assegurou que não se repetiria.
O atacante egípcio Zico teve mais um problema com o uniforme na Copa do Mundo. Na estreia contra a Bélgica, a camisa dele rasgou, somando-se a cinco casos de rasgos envolvendo a Puma. No jogo seguinte, contra a Nova Zelândia, o número 11 se soltou na frente da camiseta.
Durante a partida contra a Nova Zelândia, o outro dano ocorreu quando um dos numerais se desprendeu parcialmente. Zico trocou de roupa no intervalo da partida, ainda no segundo tempo, após ter marcado o primeiro gol na vitória por 3 a 1 do Egito sobre os neozelandeses.
No histórico da competição, os incidentes com a Puma já incluem quatro casos anteriores, envolvendo jogadores de diversas seleções. O primeiro rasgo ocorreu na estreia contra a Coreia do Sul, seguido por casos contra o Paraguai, nos EUA, e contra o Marrocos.
Outro lado
A Puma informou que os uniformes de alto desempenho usados pelos selecionáveis são feitos com tecidos ultraleves e passaram por testes para manter respirabilidade, elasticidade e controle de umidade. A empresa afirma que o objetivo é oferecer maior liberdade de movimento aos atletas.
A fabricante também ressalta que, para torcedores, as réplicas costumam ter construção diferente e não entram no mesmo patamar de desempenho dos uniformes de jogo. Questionada sobre reembolsos, a Puma disse não discutir casos específicos de campanhas de público geral.
O caso de Zico reacendeu lembranças de 2016, quando a Suíça teve cinco camisas rasgadas em uma Eurocopa. Naquela ocasião, a Puma classificou o problema como lote defeituoso e disse que não se repetiria.
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