- A gestão de John Textor não repassou ao governo cerca de R$ 210 milhões em IRRF de funcionários do Botafogo, com valor exato de R$ 207.441.769,95.
- A dívida envolve o imposto principal, multas, juros e outros encargos legais, e, pela jurisprudência, pode configurar apropriação indébita dos tributos retidos.
- A maior parte do montante vem de parcelamentos rescindidos e débitos recentes com a Receita Federal do Brasil.
- IRRF é o imposto retido mensalmente do salário de quem tem contrato CLT ou de outros repasses obrigatórios.
- A Justiça do Rio de Janeiro determinou o restabelecimento dos direitos políticos de John Textor no Botafogo, suspendendo decisões arbitrais que o afastaram e determinando seu retorno aos órgãos deliberativos.
O que aconteceu envolve débitos fiscais da SAF do Botafogo sob gestão de John Textor. Não repassou ao governo cerca de R$ 210 milhões em tributos da empresa referente ao IRRF de colaboradores do clube. O montante totaliza R$ 207.441.769,95, conforme apurado pela reportagem do Lance!.
A dívida abrange valor principal, multas, juros e outros encargos legais. Pela jurisprudência, pode configurar apropriação indébita dos tributos retidos. A maior parte do montante resulta de parcelamentos rescindidos e débitos recentes junto à Receita Federal.
Textor volta à cena
Nesta segunda-feira (22), a Justiça do Rio de Janeiro restabeleceu os direitos políticos do empresário no Botafogo, suspendendo decisões arbitrais que afastaram o americano dos órgãos de administração da SAF. A medida determina o retorno imediato de Textor aos órgãos deliberativos.
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