- No primeiro jogo da Copa do Mundo de 2026, México x África do Sul teve três cartões vermelhos, incluindo dois para a África do Sul, tornando-se o sétimo jogo com mais de dois expulsos na história do torneio.
- O diretor de jogo Natham Ngoy recebeu cartão vermelho em Bélgica x Irã, elevando o total de expulsões na edição para oito, igualando o total de Rússia e Qatar somados.
- O México teve César Montes expulso nos minutos finais, repetindo uma situação de expulsão direta que em outras épocas já ocorreu com técnicos de México, como Javier Aguirre em 1986.
- A história mostra jogadores com múltiplas expulsões em Copas, como Zinedine Zidane, Rigobert Song e outros; Zidane foi expulso na final de 1998 e mais tarde em outra decisão de destaque.
- A Holanda aparece em episódios marcantes de violência temática nas Copas, com a chamada “Batalha de Nuremberg” em 2006, a maior sequência de amarelos em 2010 e episódios de expulsões em finais ao longo dos anos.
Após o início do Mundial de 2026, o ritmo aumentou na segunda etapa do jogo entre México e África do Sul, com duas expulsões em um só confronto. Sphephelo Sithole, que abriu o placar para a África do Sul, foi mandado embora aos 49 minutos por negar oportunidade de gol. Em seguida, Themba Zwane também foi expulso, tornando a África do Sul a 15ª equipe a ter dois cartões vermelhos em uma mesma partida de Copa.
A partida teve ainda César Montes, zagueiro do México, expulso nos acréscimos, repetindo o roteiro da demissão de seu treinador, Javier Aguirre, que já havia sido expulso em 1986, em Monterrey. O jogo entre México e África do Sul tornou-se o sétimo da Copa com mais de dois expulsos. Até então, os árbitros mostraram cartão vermelho com maior frequência neste torneio.
Ao longo da história, as expulsões em Copas variaram bastante. Em 2010, a Holanda protagonizou o jogo com mais cartões amarelos na final, frente à Espanha, enquanto 2006 ficou marcado pela batalha de Nuremberg, com quatro vermelhos na partida entre Portugal e Holanda. John Heitinga, da Holanda, foi expulso em final de Copa por duas advertências, um caso isolado entre finais.
A seleção holandesa também esteve envolvida no jogo com maior marca de cartões amarelos: o duelo com Argentina nas quartas de 2022 teve 18 amarelos, incluindo marcações contra membros da comissão técnica. Em 1998, Zidane foi expulso no grupo e brilhou no final ao vencer a França, que dominou a Copa em Paris.
A história registra ainda expulsões dramáticas como a de Zidane na final de 2006, por entrada violenta, e a do próprio Zidane, oito anos depois, por head-butt em Materazzi na final de 2006. Rigobert Song também aparece duas vezes na lista de expulsões em Copas distintas, em 1994 e 1998.
A participação de defensores conhecidos pela disciplina, como Van Bommel, também marcou finais de Copa. Em confrontos de alto desgaste físico, a distribuição de cartões costuma ser um tema recorrente, com decisões que influenciam o ritmo e o resultado das partidas.
No panorama atual, o aumento de expulsões no Mundial recente reforça a percepção de que os jogos evoluíram para confrontos mais duros, onde disputas pela posse de bola e pela agressividade tática geram consequências diretas. A liga mundial acompanha cada episódio com atenção.
Ao longo das décadas, o efeito das expulsões transcende o placar imediato, influenciando a reputação de seleções, a memória dos torcedores e as leituras táticas para as fases seguintes do torneio. O tema permanece em debate entre especialistas e fãs.
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