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Infantino faz maratona para acompanhar jogos da Copa

Infantino viaja entre sedes com jatos, assistindo a vários jogos para ampliar prestígio e engajamento das federações

Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante discurso a jogadores do Irã na Copa do Mundo
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  • Gianni Infantino, presidente da Fifa, tem viajado pelos três países-sedes da Copa (Canadá, Estados Unidos e México) para assistir ao maior número possível de jogos.
  • Até o dia 20, ele acompanhou 15 das 36 partidas, tendo passado por 11 das 16 sedes do Mundial.
  • O objetivo é assistir a pelo menos um jogo de cada seleção e a uma partida em cada sede.
  • A presença dele é vista como forma de conferir prestígio aos dirigentes das federações e, às vezes, envolve encontros com autoridades, como o presidente da CBF, Samir Xaud.
  • Quando não pode estar nos estádios, o secretário-geral da Fifa, Mattias Grafström, assume a presença, com Infantino frequentemente viajando de jato executivo para cobrir dois jogos por dia.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, tem percorrido os três países-sedes da Copa para acompanhar o maior número de jogos possível. Até o dia 20, assistiu a 15 das 36 partidas realizadas e visitou 11 das 16 sedes do Mundial.

O objetivo do dirigente é assistir a pelo menos um jogo de cada seleção participante e marcar presença em uma partida em cada sede. A estratégia tem como efeito visibilidade e prestígio para as federações nacionais.

Infantino utiliza voo privado para deslocamentos entre cidades, geralmente protagonizando dois jogos diários. Em Doha, por exemplo, a cobertura cobriu 64 partidas em uma única cidade, com distâncias menores.

Cronograma de presença e logística

Em paralelo a sua agenda, houve encontros institucionais, como o que reuniu Infantino e o presidente da CBF, Samir Xaud, na partida Brasil x Haiti, em Filadélfia. A viagem ocorreu em meio a rumores sobre a situação de Xaud, que vivia crise interna na entidade.

No dia seguinte, ele esteve em Boston para o duelo entre Marrocos e Escócia. A operação de deslocamento permite que ele participe de dois jogos por dia, com o suporte de um jato executivo.

Quando não está no estádio, o secretário-geral da Fifa, Mattias Grafström, assume o papel de representante, aparecendo ao lado de ex-jogadores na tribuna. A rotina sugere uma atuação constante no cenário da Copa.

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