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Lacombe afirma que comparar Messi a Pelé é difícil e nem tudo é métrica

Milly Lacombe afirma que o futebol excede métricas, valorizando histórias e símbolos, como 1986, e abrindo leituras distintas para 2026

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  • Milly Lacombe afirmou, no Fim de Papo do Canal UOL, que comparar Messi e Pelé por métrica empobrece o debate; o futebol é o que sentimos, não apenas o que medimos.
  • Ela criticou a era em que “tudo é métrica” e disse ser difícil comparar gerações, pois viu Pelé, Maradona e Messi jogar e percebe a presença do sentimento no esporte.
  • Lacombe defendeu que o valor simbólico de histórias não cabe em contas de desempenho, citando a democracia corintiana como exemplo de importância além de títulos.
  • Ela destacou a Copa de 1986 como exemplo de significado que vai além do placar, citando a atuação de Maradona contra a Inglaterra que teve impacto histórico.
  • Ao comentar a Copa de 2026, disse que a Argentina de Messi provoca leituras sobre estilo e identidade, em contraste com seleções sul-americanas, sugerindo que o Brasil não acompanha o mesmo caminho.

Milly Lacombe afirmou que comparar Messi a Pelé por meio de uma métrica é insuficiente para o debate sobre futebol. Ela disse que o esporte é algo que se sente, não apenas medido por números ou desempenho.

A jornalista destacou que alguns momentos e clubes mantêm relevância mesmo com um currículo de títulos considerado modesto no papel. Para ela, o valor simbólico de determinadas histórias não pode ser reduzido a estatísticas.

Lacombe também citou a Copa de 1986 para ilustrar um significado que vai além do placar. Segundo ela, o feito de Maradona permanece registrado no tempo e serve para entender mensagens históricas dentro do esporte.

Ao falar sobre a Copa do Mundo de 2026, a colunista comentou o impacto da atuação da Argentina de Messi. Ela comparou com seleções sul-americanas, destacando a percepção de estilo e identidade diante de um futebol europeizado.

Ela apontou que a Argentina conseguiu provocar sensações distintas em confronto com equipes fisicamente mais fortes, sugerindo que pode simbolizar caminhos diferentes no futebol contemporâneo, ao lado de outros países da região.

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