- Gabriel Martinelli, atacante do Arsenal, se coloca à disposição para substituir Raphinha na Seleção Brasileira contra a Escócia.
- O jogador prefere atuar pela esquerda, mas afirmou estar preparado para jogar pela direita se o técnico Carlo Ancelotti pedir.
- Martinelli lamentou a ausência de Raphinha e destacou a versatilidade do setor ofensivo brasileiro.
- Ele afirmou que já atuou em várias funções no ataque, inclusive pela direita, em jogos com Ancelotti.
- Sobre o ritmo da Copa, disse que a Premier League é mais intensa, mas que o torneio tem jogos de alta qualidade, com calor e gramados desafiadores.
Gabriel Martinelli pode aparecer como surpresa no ataque da Seleção Brasileira na partida contra a Escócia, pela fase de grupos da Copa do Mundo. O jogador do Arsenal abordou a possibilidade de atuar ao lado de outros atacantes, incluindo a vaga deixada por Raphinha.
Em coletiva realizada nesta segunda-feira (22/6), o atleta afirmou que prefere atuar pela esquerda, mas está pronto para jogar pela direita se o treinador Carlo Ancelotti assim decidir. Ele destacou a versatilidade do setor ofensivo brasileiro e a ausência de Raphinha como motivo de reflexão.
Martinelli comentou ainda sobre a recuperação de Raphinha, lamentando a lesão ou a indisponibilidade que o tirou da equipe. O brasileiro ressaltou que já atuou em diferentes funções no ataque, o que facilita a adaptação a ajustes táticos.
> O atacante explicou que, no Arsenal, já atuou pela direita e pela esquerda, inclusive em partidas pela seleção sob comando de treinadores diversos, o que o deixa preparado para qualquer posição.
Ele reforçou que a decisão final cabe ao treinador e que a equipe está trabalhando para estar preparada para o confronto contra a Escócia. A definição do titular depende do planejamento tático para o duelo da terceira rodada.
Condições de jogo e contexto da Copa
Martinelli comentou ainda sobre a intensidade dos jogos na Copa em comparação com a liga inglesa. Segundo ele, o calor e os períodos de convivência entre os atletas influenciam o desempenho, além do ritmo de jogos entre seleções.
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