- The New York Times classificou a camisa da seleção brasileira usada na Copa de 2002 como a pior entre as dez melhores/piores uniformes da história da competição.
- O modelo amarelo com detalhes verdes foi lembrado como contraste com o uniforme de 1986, considerado um dos melhores, e o jornal chamou os detalhes de design de “bizarros”.
- Mesmo assim, o desempenho do Brasil naquela campanha fez a avaliação parecer menos negativa, conforme o texto do NYT.
- O ranking traz outros uniformes históricos, incluindo peças dos Estados Unidos (2022 e 1994), Nigéria (1994), Rússia (1994), Suíça (2022 e 2026) e Bélgica (1982).
- O artigo também cita a Bolívia de 1930 como a pior camisa da história, por exibir a frase “Viva Uruguai” em homenagem aos anfitriões da primeira Copa.
O New York Times avaliou camisas de seleções ao longo de quase 100 anos de Copas do Mundo e colocou a camisa amarela usada pela Seleção Brasileira na campanha de 2002 entre as piores do torneio. O estudo analisou modelos de diversas épocas e países, destacando aspectos de design, história e impacto visual.
Para o Brasil, o texto aponta que o uniforme de 2002 contrastou com o modelo de 1986, considerado um dos melhores. Segundo a análise, os detalhes verdes irregulares da camisa de 2002 teriam contribuído para uma impressão estética desfavorável entre os avaliadores.
O que o NYT destacou
A publicação afirma que o desempenho da seleção sob o comando de Luiz Felipe Scolari na Copa de 2002 ajudou a atenuar a percepção negativa sobre o uniforme, que mesmo assim foi classificado como inadequado diante de padrões de outros anos.
Outros modelos no ranking
Entre as visões dos especialistas, figuraram camisas de seleções como EUA (2022 e 1994), Nigéria (1994), Rússia (1994), Suíça (2022 e 2026) e Bélgica (1982). A lista aponta que a pior peça de vestir ficou sob responsabilidade da Bolívia em 1930, pela frase Viva Uruguai.
Contexto histórico
A Bolívia disputou a Copa sem uniforme distinto, precisando emprestar material do Brasil após um início de competição marcado por divergências estéticas. O episódio é citado pelo NYT para ilustrar decisões de design que viveram momentos curiosos na história das Copas.
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