- A psicóloga Marisa Santiago foi incorporada à delegação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, convocada pela primeira vez em 2024.
- Ela já participou de trinta jogos da equipe desde a estreia contra a Inglaterra, em março de 2024.
- Com a chegada de Carlo Ancelotti, o trabalho ganhou mais visibilidade e ele tem pedido informações e elogiado a atuação da profissional.
- No hotel em Basking Ridge, Nova Jersey, Marisa tem sala para atendimentos, mas ainda enfrenta resistência de alguns atletas, embora o tabu esteja sendo quebrado.
- A presença de Marisa faz parte da reformulação da comissão técnica de Rodrigo Caetano, com a psicologia sendo integrada de forma mais contínua na atuação da equipe masculina.
Marisa Santiago passou a integrar a delegação da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, em atuação que vem ganhando espaço e elogios da comissão técnica. A presença da psicóloga, previamente consolidada no dia a dia do grupo, busca reduzir a pressão pelo anseio do hexacampeonato.
Convocada pela primeira vez em 2024, durante o comando de Dorival Júnior, Marisa já participou de 30 jogos pela equipe desde a estreia em março de 2024, vitória por 1 a 0 sobre a Inglaterra. A profissional atua durante as atividades e no contato direto com atletas.
Contexto no treino e liderança técnica
Com a chegada de Carlo Ancelotti, a psicóloga ganhou influência dentro da seleção. O técnico italiano tem valorizado o trabalho de Marisa, solicitando informações e percepções sobre o ambiente da equipe.
No hotel de concentração, em Basking Ridge, Nova Jersey, existe uma sala dedicada a atendimentos individuais. Nem todos os jogadores recorrem à psicologia, mas o trabalho já passa a fazer parte da rotina de várias partes do elenco.
Vários atletas já adotaram a presença de um psicólogo ao longo do ano e recorrem ao suporte durante a Copa. Além do consultório, Marisa participa das atividades e orienta sobre as dificuldades da competição com abordagem sistêmica.
Análise da integração e deslocamento institucional
A atuação é descrita como contínua e informativa, com monitoramento de situações do dia a dia. Alguns atletas respondem mais à conversa direta, outros preferem manter o distanciamento, mantendo a disponibilidade da profissional.
Marisa Markunas, ex-trabalhadora das categorias de base, comenta que o trabalho pode surgir em momentos simples, com mensagens rápidas que fortalecem o comprometimento do jogador. O objetivo é manter a equipe estável emocionalmente.
A incorporação da psicologia faz parte de uma reformulação da comissão técnica, conduzida por Rodrigo Caetano. A ideia é tratar os atletas como pessoas, com foco em saúde mental e desempenho. A equipe técnica vê evolução já observável.
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