- O técnico Lionel Scaloni criticou as pausas para hidratação no meio de cada tempo na Copa do Mundo, dizendo que não é normal hoje.
- Ele afirmou que o calor e as interrupções favorecem o time teoricamente mais fraco e que o formato com quatro tempos é estranho.
- Scaloni citou que o que acontece nos intervalos é decidido lá dentro do banco e que, no longo prazo, pode tornar-se comum, mas hoje ainda não é normal.
- Outros treinadores argentinos também já haviam se posicionando contra as pausas: Marcelo Bielsa e Maurício Pochettino comentaram a respeito.
- A Argentina enfrenta a Áustria hoje, às 14h (de Brasília), buscando apenas a vitória para confirmar vaga no mata-mata.
O treinador Lionel Scaloni, da Argentina, voltou a criticar as pausas para hidratação em meia de jogo durante a Copa do Mundo. Em entrevista coletiva, ele afirmou que o mecanismo favorece equipes mais fracas, tornando o tempo de jogo irregular e picotado.
Scaloni citou o calor e as interrupções como fatores que desequilibram o ritmo do confronto. Disse que quem atua no banco e no estádio observa o que ocorre nos minutos de intervalo, e que as regras atuais podem acabar se tornando normais com o tempo, embora, no momento, não sejam.
O técnico argentino compartilhou a percepção de que, apesar de haver justificativa médica pela hidratação, o formato com quatro tempos pode alterar o futebol como tradicionalmente foi jogado. Outros treinadores argentinos, como Marcelo Bielsa e Maurício Pochettino, já haviam manifestado críticas semelhantes.
Repercussões e contexto
A Argentina entra em campo hoje às 14h (horário de Brasília) contra a Áustria, necessitando apenas de vitória para avançar no mata-mata. A discussão sobre pausas para hidratação ganhou espaço na mídia e entre profissionais do futebol, com diferentes leituras sobre impacto na saúde dos atletas e no ritmo da partida.
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