- A seleção de Curaçao permite que jogadores dividam quartos de hotel com as companheiras durante a Copa do Mundo de 2026, com apoio da comissão técnica e do departamento médico.
- A medida foi explicada pela médica Suzanne Huurman, chefe do departamento médico, como forma de manter o bem‑estar emocional durante a concentração.
- A ideia busca reduzir o desgaste psicológico causado pela distância de casa e pela pressão da competição, ajudando a manter o foco.
- A opção contrasta com políticas de seleções que restringem o contato com familiares, e faz parte de uma tendência de cuidado com a saúde mental no futebol.
- Para atletas com filhos, há acomodação extra para a família; a decisão foi tomada em conjunto com o técnico Dick Advocaat, visando conforto emocional e desempenho, em uma primeira Copa do Mundo no Grupo E.
Durante a Copa do Mundo de 2026, a seleção de Curaçao adotou uma política incomum para equipes participantes: os jogadores podem dividir quartos de hotel com as companheiras durante a concentração. A decisão conta com o apoio da comissão técnica e do departamento médico.
A medida foi detalhada pela médica brasileira Suzanne Huurman, chefe do departamento médico da seleção caribenha. Segundo ela, o objetivo é promover o bem-estar emocional dos jogadores durante o torneio, reduzindo o desgaste psicológico causado pela distância de casa.
A estratégia contrasta com a prática de muitas equipes, que restringem contatos familiares durante grandes competições. Nos últimos anos, porém, várias seleções passaram a priorizar a saúde mental para tornar o ambiente de concentração menos desgastante.
A presença das companheiras é entendida como forma de oferecer maior estabilidade emocional em um momento de alta pressão. Para Curaçao, que disputa sua primeira Copa do Mundo, esse conforto externo pode facilitar o foco dentro de campo.
Além disso, quando jogadores têm filhos, a delegação disponibiliza acomodação extra para que a família permaneça reunida durante a estadia nos Estados Unidos, onde a seleção atua na fase de grupos do Grupo E.
A decisão foi tomada em conjunto com o técnico Dick Advocaat e está alinhada com uma visão que valoriza a preparação física aliada à saúde mental. A médica reforça que manter os atletas emocionalmente estáveis pode influenciar o rendimento ao longo do torneio.
Curaçao busca surpreender na primeira participação em Copas do Mundo, transformando a experiência histórica em uma campanha competitiva. A equipe também visa manter o foco, equilibrando bem-estar e desempenho em um Grupo E disputado.
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