- Eigon Oliver, sósia de Neymar há cerca de quinze anos, tem atraído multidões nos EUA durante a Copa do Mundo, principalmente em Nova York e Filadélfia, onde as pessoas confundem o astro com ele.
- A viagem até os Jogos do Brasil na Copa é bancada por parceiros comerciais, incluindo uma casa de apostas; Oliver afirma não ter gasto nada do seu bolso.
- O staff é grande: 16 profissionais, incluindo segurança, dois videomakers e equipe de edição, para a produção de conteúdo durante a jornada.
- Em situações de maior animosidade, como na Times Square, foi necessária escolta policial para manter a segurança do sósia.
- Oliver também destaca que o Neymar original está ciente de sua atuação, já se encontrando com pessoas próximas, enquanto ele busca manter limites e respeito nos conteúdos.
Eigon Oliver, 33 anos, atua há 15 anos como sósia de Neymar, principalmente em eventos ligados à Copa do Mundo. O objetivo é fazer com que pessoas acreditem estar diante do camisa 10 da seleção.
Na Times Square, em Nova York, e nas ruas da Filadélfia, Oliver atrai multidões antes dos jogos da seleção brasileira. Ele viaja com equipe de produção para registrar conteúdos sobre a presença brasileira na competição.
Organização e equipe
O influenciador é acompanhado por um estafe de 16 profissionais, incluindo um segurança e dois videomakers. A equipe chega a ter apoio de uma casa de apostas como principal parceira financeira das viagens de cobertura.
A viagem à Copa é bancada por parceiros comerciais; Oliver afirma não ter gasto dinheiro próprio. Ele não realiza procedimentos estéticos para imitar Neymar, mas investe em tatuagens semelhantes às do jogador.
Relação com Neymar e contexto atual
O sósia mantém contato com Neymar, via assessoria, buscando estabelecer limites para os conteúdos. O objetivo é aproximar a imagem do atleta de fãs que não têm oportunidade de encontrá-lo.
Durante a Copa, Oliver tem usado a agenda de jogos para criar roteiros de vídeos, ampliando a visibilidade nas redes sociais. No Instagram, ele soma cerca de 4,5 milhões de seguidores.
Em 2022, durante a Copa no Catar, Oliver relatou ter enfrentado perseguição de torcedores de Bangladesh, que o seguiam ao hospedamento. A experiência foi descrita como intensa e desgastante, levando-o a retornar ao Brasil.
Caso o Brasil avance ou não, a equipe continua na cidade-sede para a cobertura até o término do torneio. A organização pretende manter a presença independentemente do desempenho da seleção.
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