- Neymar retorna de lesão, pode ficar no banco na partida contra a Escócia e aumentar a chance de formar dupla de ataque com Vinicius Junior.
- Ancelotti trabalha com duas possibilidades táticas: 4-4-2 com Vini e Neymar na frente (Cunha aberto pela esquerda) ou 4-3-3 com Neymar em papel de falso nove/meia.
- No meio, podem atuar Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá, com Cunha e Paquetá criando apoio aos atacantes. Paquetá destacou a alegria com a volta de Neymar.
- Entre as opções para a ponta direita estão Luiz Henrique, Endrick e Rayan; cada um tem prós e contras, influenciando o desenho tático.
- Histórico da dupla Vini-Neymar pela Seleção: 16 jogos, 11 vitórias, 1 empate, 4 derrotas; Brasil marcou 34 gols e sofreu 13; Neymar tem 8 gols e 7 assistências; Vinicius soma 2 gols e 2 assistências.
Nova Jersey – Neymar pode voltar a jogar ao lado de Vinicius Junior na Seleção, mantendo a hipótese de dupla de ataque para o Mundial. A recuperação de Neymar avança, e há chances de entrar no banco contra a Escócia, na quarta-feira, no Hard Rock Stadium.
Carletto mira variações táticas. Em 2024, o Real Madrid usou Vini e Rodrygo sem atacante de referência, uma referência para a ideia de Vini com Neymar. A presença de Neymar no elenco brasileiro cria opções de dobradinha no setor ofensivo.
Neymar e Vinicius já atuaram juntos 16 vezes pela Seleção, com 11 vitórias, 1 empate e 4 derrotas. O Brasil marcou 34 gols nesse confronto; Neymar soma 8 gols e 7 assistências, enquanto Vini tem 2 gols e 2 assistências.
Esquemas e ajustes táticos
Ancelotti trabalha com ao menos dois modelos: 4-4-2 e 4-3-3. No 4-4-2, Vini e Neymar formam a dupla de ataque, com Matheus Cunha pela esquerda e Paquetá pela direita, enquanto Casemiro e Bruno Guimarães atuam de volantes. A variação pode exigir reposicionamentos.
Já no 4-3-3, Neymar pode atuar como falso 9 ou meia, com dois pontas. Vini fica na esquerda, e Cunha pode surgir pela direita, com Casemiro, Guimarães e Paquetá compondo o meio campo. Leque de opções depende do adversário e do ritmo do jogo.
Entre as opções para a ponta direita, o trio de candidatos é apresentado pela comissão técnica: Endrick, Rayan e Luiz Henrique. Endrick aparece com apelo ofensivo e potencial de mudança de ritmo. Rayan traz intensidade e versatilidade, já Luiz Henrique soma experiência e familiaridade com o treinador.
A escolha também envolve Gabriel Martinelli, que atua mais pela esquerda no Arsenal, mas pode atuar pelo lado oposto do ataque. Sua adaptação depende de ajustes na linha de frente e do equilíbrio com a pressão defensiva.
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