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Copa do Mundo 2026: melhores e piores da segunda rodada

Messi torna-se artilheiro histórico; Bruno Guimarães brilha pelo Brasil, enquanto Valencia e Lukaku mantêm as luzes sobre suas decepções na rodada

Messi comemora gol da Argentina sobre a Áustria — Foto: Torbjorn Tande/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images
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  • Messi tornou-se o maior artilheiro da história dos Mundiais, com 18 gols, e está entre os melhores da rodada.
  • Bruno Guimarães foi o representante do Brasil entre os melhores, atuando bem no meio-campo.
  • Entre os piores, o goleiro Muslera (Uruguai) falhou em gols de Cabo Verde e teve atuação abaixo do esperado.
  • Enner Valencia (Equador) teve atuação ruim no empate com Curaçao e é citado entre os piores.
  • Lukaku (Bélgica) aparece entre os piores por pouca influência ofensiva contra o Irã.

A segunda rodada da Copa do Mundo 2026 confirmou um novo recorde: Lionel Messi tornou-se o maior artilheiro da história dos Mundiais, com 18 gols. O atacante argentino aparece na lista dos melhores da rodada, segundo o levantamento do ge. Bruno Guimarães é o representante do Brasil na seleção da rodada.

Entre os destaques positivos, aparecem nomeações de jogadores que lideraram atuações. Já entre os reprovados, Muslera, goleiro uruguaio, teve falhas em dois gols sofridos pela Celeste, enquanto Enner Valencia teve atuação abaixo do esperado no empate do Equador com Curaçao.

Melhores da segunda rodada

Goleiro – Room (Curaçao): realizou 15 defesas e foi determinante no empate contra o Equador, marcando a primeira pontuação da nação caribenha em Copas.

Lateral-direito – Dumfries (Holanda): duas assistências na vitória expressiva sobre a Suécia; avançou com frequência pela ponta e auxiliará o Real Madrid na próxima temporada.

Zagueiro – Itakura (Japão): atuou adiantado, interceptou jogadas e liberou o lance do primeiro gol japonês contra a Tunísia, iniciando a virada.

Zagueiro – Khalilzadeh (Irã): dominou as disputas aéreas contra Lukaku e ajudou o Irã a manter o empate com a Bélgica, mantendo o sonho de classificação vivo.

Lateral-esquerdo – Nakamura (Japão): ala de projeção ofensiva, dribla bem e participou da vitória sobre a Tunísia com uma assistência.

Meia – De Jong (Holanda): ditou o ritmo da goleada sobre a Suécia, com passes curtos e opções de passe perto da área adversária.

Meia – Bruno Guimarães (Brasil): posicionamento eficaz para neutralizar o meio-campo adversário e recuperar bolas.

Meia – Messi (Argentina): retornou com atuação determinante, marcou dois gols após perder um pênalti e conduziu a Argentina a novo triunfo.

Atacante – Gakpo (Holanda): balançou as redes duas vezes, fez assistência e foi constante ameaça ao sistema defensivo adversário.

Atacante – Cristiano Ronaldo (Portugal): dois gols em triunfo expressivo, participação em jogadas ensaiadas e presença plena na partida.

Atacante – Undav (Alemanha): entrou no segundo tempo e marcou duas vezes, virando o jogo contra a Costa do Marfim, além de ampliar a atuação ofensiva da equipe.

Piores da segunda rodada

Goleiro – Muslera (Uruguai): falha de posicionamento em falta de Pina e falha na conclusão de jogada gerando empate.

Lateral-direito – Posch (Áustria): cometeu pênalti inicial ao chegar atrasado em disputa com Lautaro e quase sendo expulso por entrada desproporcional.

Zagueiro – Lindelöf (Suécia): pouco tempo de velocidade para conter o ataque rápido da Holanda, sendo exposto nos contra-ataques.

Zagueiro – Koulibaly (Senegal): afastou mal a bola em lance de defesa, abrindo espaço para abertura do placar contra a Noruega.

Lateral-esquerdo – Al-Amin (Catar): perdeu velocidade, cometeu falta decisiva e foi expulso após revisão do VAR, deixando o Catar com um a menos.

Meia – Valverde (Uruguai): atuou pouco no meio-campo, contribuindo pouco para a criação de jogo da Celeste.

Meia – Arda Güler (Turquia): não conseguiu responder às responsabilidades, ajudando a Turquia a sair de campo já eliminada.

Meia – Almirón (Paraguai): expulso pela “Lei Vini Jr” após manuseio indevido na boca de adversário, prejudicando a equipe.

Atacante – Gordon (Inglaterra): ficou pouco acionado pela defesa adversária, demonstrando dificuldades na construção ofensiva.

Atacante – Enner Valencia (Equador): desperdiçou chance clara logo no início, repetindo desempenho já visto na estreia.

Lukaku (Bélgica): teve pouco apoio ofensivo contra o Irã, acabando substituído durante a partida.

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