- Antoine Semenyo, atacante do Manchester City, nasceu em Londres há 26 anos e escolheu defender Gana, país do pai.
- Gana estreia na Copa do Mundo de 2026 com vitória sobre Panamá; Semenyo foi destaque e pode enfrentar a Inglaterra nesta terça, em Boston, às 17h.
- O pai de Semenyo, Larry, jogou pela seleção de Gana no final dos anos oitenta; o irmão Jai atua pelo Lorient.
- Semenyo chegou ao City na última janela por cerca de R$ 470 milhões, atuando como ala esquerdo ou ponta.
- A trajetória recente envolve transferências que o ligam a Rayan, que saiu do Vasco para a mesma equipe.
Antoine Semenyo, atacante do Manchester City, escolheu defender a Gana, país do pai, em vez da Inglaterra, onde nasceu e vive. A decisão ocorre antes da estreia da seleção ganesa na Copa do Mundo de 2026, marcada para ocorrer em Boston. A presença do jogador em campo pode influenciar a classificação, já que a partida é crucial contra a Inglaterra.
Semenyo, de 26 anos, nasceu em Londres e foi destaque na vitória de abertura da Copa do Mundo de 2026. O atacante foi considerado o melhor em campo naquela atuação, fortalecendo a tentativa de Gana de avançar no torneio. A equipe enfrenta os ingleses na terça-feira, às 17h, em solo norte-americano.
O histórico da família revela raízes no futebol. O pai, Larry Semenyo, atuou profissionalmente e defendeu Gana no fim dos anos 80. O irmão Jai também joga, com contrato no Lorient, no time B. A relação com o país natal acrescenta peso à escolha do jogador.
Raízes e trajetória
A trajetória de Semenyo inclui uma participação em Copas, iniciada em 2022, ainda sem o brilho atual. O atacante foi treinado de forma desafiadora na formação no futebol inglês, superando rejeições de clubes. Sua venda do Bournemouth ao City reforçou a aposta na versatilidade.
Atualmente, Semenyo atua como ala esquerdo ou atacante pela seleção, abrindo espaço para o veterano Ayew no comando do ataque. No total, já soma 27 partidas por Gana, com 11 gols marcados na carreira recente.
A transferência mais recente envolveu o City, com um valor próximo de 470 milhões de reais. A mudança consolidou o jogador como peça-chave no sistema de jogo da seleção, conectando a força do passado com o presente do futebol ganês.
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