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Fifa avalia manter pausas para hidratação em futuras Copas, diz Infantino

Fifa avaliará manter pausas para hidratação em futuras Copas, diz Infantino, após vaias; medida busca igualdade esportiva e potencial aumento de entretenimento

Os jogadores fizeram uma pausa na hidratação no encontro entre França e Iraque no Grupo I da Copa Mundial em 22 de junho de 2026.
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  • A Fifa vai avaliar a permanência das pausas para hidratação em futuras Copas, com base na experiência desta edição.
  • As interrupções ocorrem na metade de cada tempo e foram defendidas por Gianni Infantino como medida de igualdade esportiva.
  • As pausas foram recebidas com vaias, principalmente em jogos disputados em estádios cobertos e com ar-condicionado, como em Atlanta.
  • Infantino afirmou que as pausas podem melhorar o entretenimento, ajudam os jogadores a descansar e retornar em velocidade máxima.
  • A Fifa diz que não há aumento de receita com as pausas, pois contratos foram assinados antes da implementação.

A Fifa vai avaliar a permanência das pausas para hidratação em futuras Copas, apesar das vaias durante o torneio deste ano. A decisão de introduzir as interrupções ocorreu na Copa do Mundo e busca manter a igualdade esportiva entre as equipes.

O presidente Gianni Infantino defendeu as pausas, que acontecem na metade de cada tempo, e disse que elas podem acrescentar entretenimento. A entidade pretende analisar a experiência para futuros torneios.

Infantino explicou que as interrupções ajudam o descanso dos jogadores, que voltam com velocidade máxima. A Fifa vê o aumento da intensidade das partidas como um efeito positivo do formato adotado.

As pausas geraram críticas, com manifestações de descontentamento em estádios cobertos e com ar-condicionado, como em Atlanta. A Fifa sustenta que a medida é necessária para evitar vantagens entre equipes.

A Copa tem registrado altos índices de gols e atuações de estrelas, além de surpresas com Cabo Verde e Curaçao. A ampliação de 32 para 48 seleções é alvo de debate sobre a qualidade do torneio.

Infantino afirmou que as pausas não geram novas receitas, pois contratos anteriores já haviam sido firmados. Ele destacou que a mudança não resulta em ganho financeiro para a entidade.

Perspectivas e próximos passos

A Fifa disse que decidirá com base na experiência atual o que manter ou ajustar nas próximas Copas. A avaliação envolve impactos técnicos, comerciais e de satisfação do público.

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