- A FIFA confirmou mudança no uniforme da seleção brasileira para o jogo contra a Escócia, pela última rodada da fase de grupos, marcado para quarta-feira às 19h, em Brasília.
- Os goleiros Alisson, Ederson e Weverton irão a campo com o uniforme verde, em vez da primeira opção vermelha.
- A alteração ocorreu após pedido do presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Xaud, e foi liberada pela FIFA já que havia outro conjunto disponívele não houve conflito de cores com a Escócia.
- Nike e FIFA não se manifestaram sobre a mudança; a CBF informou que não existe uniforme vermelho de goleiro na coleção oficial.
- Em partidas anteriores, goleiros da seleção já utilizaram camisas vermelhas em 2013 e 2014, enquanto os jogadores de linha vão com o uniforme tradicional amarelo, calção e meiões brancos.
A FIFA confirmou uma alteração no uniforme da Seleção Brasileira para o jogo contra a Escócia, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, nesta quarta-feira, às 19h (horário de Brasília). Os goleiros Alisson, Ederson e Weverton jogarão com o conjunto verde, em vez do vermelho.
A mudança ocorreu após pedido do presidente da CBF, Samir Xaud. Como havia outra opção de uniforme disponível e não havia conflito de cores com a seleção adversária, a FIFA autorizou a alteração.
Contexto sobre a cor vermelha
A discussão sobre o uso do vermelho já havia ocorrido anteriormente. Em 2025, Xaud se posicionou contra o segundo uniforme vermelho, desenvolvido em parceria com a marca Jordan, citando a importância das cores da bandeira. A Nike e a FIFA não comentaram a decisão.
Mudança de tema: outros detalhes da partida
Para o duelo contra a Escócia, a equipe de linha manterá a tradicional camisa amarela, com calção e meiões brancos. A definição de uniformes na Copa é feita pela FIFA, com base em informações das seleções, sujeitas a ajustes em reuniões pré-jogo.
Contexto adicional
Goleiros já vestiram vermelho em outras ocasiões, incluindo jogos em 2013 e 2014. A CBF informou que não existe uniforme vermelho de goleiro na coleção oficial da entidade. A reportagem não cita comentários oficiais da Nike ou da FIFA.
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