- O Grêmio nega a possibilidade de retorno de Everton Cebolinha, afirmando que a negociação não está em pauta.
- A discussão ganhou força devido ao contrato de Cebolinha com o Flamengo e ao fato de o jogador poder assinar pré-contrato, o que reacendeu rumores.
- O principal entrave não é esportivo, e sim financeiro: o salário do atacante supera R$ 1,2 milhão por mês.
- O Grêmio busca reduzir a folha salarial, com meta de quase vinte por cento até o fim da temporada, após a saída de Arthur.
- Mesmo com identificação com o clube, a diretoria prefere contratar atletas mais jovens que tenham retorno esportivo e potencial de valorização.
O Grêmio negou a possibilidade de trazer Everton Cebolinha de volta ao clube. A diretoria afirma que os valores são incompatíveis com o planejamento financeiro atual e com as prioridades da janela de transferências.
A situação ganhou força com rumores de que o Flamengo pode não renovar o contrato do atacante. Ele está próximo do fim do vínculo e pode assinar pré-contrato com outra equipe, reacendendo a especulação sobre retorno ao Grêmio.
Apesar do interesse histórico, a direção gremista não vê viabilidade esportiva ou financeira na operação. O cenário atual é de cautela diante do custo alto do jogador, mesmo com a identificação com o clube.
Fatores financeiros e estratégia adotada pelo Grêmio
O principal entrave é o salário mensal do atleta, acima de R$ 1,2 milhão. Essa remuneração contraria o objetivo de reorganizar as finanças do clube na temporada.
A saída de Arthur abriu espaço na folha, mas a direção não planeja substituir um custo elevado por outro semelhante. A meta interna é reduzir a folha salarial em cerca de 20%.
Além disso, o Grêmio prioriza contratações mais jovens, com potencial de retorno esportivo e valorização futura, alinhadas a uma gestão mais contida de custos. Everton Cebolinha permanece fora dos planos no momento.
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