- Gianni Infantino defende pausas obrigatórias para hidratação na Copa do Mundo de 2026, criadas por calor extremo.
- Segundo o presidente da Fifa, as interrupções são por critérios climáticos e esportivos, não comerciais, e chegarão a todos os jogos.
- Cada partida terá duas interrupções de três minutos, uma em cada tempo, apenas para hidratação dos jogadores.
- Infantino negou benefício financeiro e afirmou que contratos comerciais já estavam assinados antes da definição das novas regras.
- A padronização das pausas busca evitar distorções competitivas entre equipes, independentemente das condições climáticas locais.
Gianni Infantino defendeu nesta terça-feira a adoção de pausas obrigatórias para hidratação na Copa do Mundo de 2026. Ele disse que as interrupções foram criadas por calor extremo e reforçou o caráter esportivo da medida, sem relação com interesses comerciais.
Segundo a FIFA, cada jogo terá duas pausas de três minutos, uma em cada tempo, exclusivamente para hidratação dos jogadores. A regra vale para as partidas do torneio, que ocorrerá em diversas cidades-sede.
O presidente da entidade mencionou que o calor observado nas cidades onde serão disputados os jogos foi o principal fator para a criação das interrupções. A adoção padronizada busca evitar distorções competitivas entre equipes.
Não houve relação com ganhos financeiros, afirmou Infantino. Ele explicou que os contratos comerciais da competição já estavam assinados antes da definição das novas regras, e que a medida é esportiva.
Além disso, a padronização das pausas funciona independentemente das condições climáticas locais. A ideia é impedir que mudanças de temperatura em diferentes locais alterem o andamento dos jogos de forma desigual.
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