- Gianni Infantino, presidente da Fifa, defende as pausas obrigatórias para hidratação na Copa do Mundo de 2026 para combater o calor e manter condições iguais entre as seleções.
- O torneio, com duração de 39 dias, pode ter até oito partidas por equipe, e as interrupções ajudam no descanso dos atletas.
- A Fifa afirma não obter receita adicional com as pausas, dizendo que a medida é esportiva e não financeira.
- Críticos dizem que as pausas geram espaços para publicidade, comparando a prática a ligas norte-americanas; Infantino afirmou que acordos comerciais já estavam fechados.
- Na partida entre Inglaterra e Gana, torcedores no estádio de Boston vaiaram a pausa anunciada, questionando se atrapalha o ritmo do jogo.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, defende as pausas obrigatórias para hidratação na Copa do Mundo 2026. Segundo o dirigente, a medida não tem finalidade econômica e busca condições iguais entre as seleções. O calor extremo é apontado como principal motivo.
Apad a competição ocorre no verão da América do Norte, com jogos em dias quentes. O desgaste dos atletas, que enfrentam pouco tempo de recuperação, também é citado como razão para as interrupções. A Fifa afirma que o descanso é importante em uma edição de 39 dias.
Sobre a motivação e o impacto
Infantino afirmou que não há ganho financeiro com as pausas e que a prioridade é esportiva. O modelo lembra interrupções de ligas norte-americanas, como NFL e NBA, com intervalos para publicidade.
Críticas e recebimento público
Críticos questionam a necessidade de pausa em partidas com temperaturas mais amenas ou em estádios climatizados. O presidente ressaltou a padronização para manter a igualdade entre as seleções.
Situação em campo
Na terça-feira, torcedores no Estádio de Boston reagiram com vaias à pausa anunciada durante Inglaterra x Gana. Parte do público vê os intervalos como quebra de ritmo e descaracterização do futebol.
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