- Lula comparou Neymar à “primeiro convocado home office do mundo” durante agenda em Belo Horizonte, citando a ausência do jogador nos primeiros jogos da Copa.
- Neymar não está disponível para a seleção nos primeiros jogos do Mundial, conforme a brincadeira do presidente.
- Lucas Paquetá evitou comentar diretamente sobre o episódio, dizendo que os atletas aprendem a lidar com críticas externas.
- Paquetá afirmou que o foco dos atletas é o trabalho dentro de campo e que críticas podem servir de motivação.
- O meia disse que é necessário filtrar o que pode servir de combustível e seguir com o trabalho para alcançar objetivos.
O episódio envolvendo o presidente Lula e Neymar ganhou nova repercussão após o comentário do chefe do Executivo sobre o atacante, considerado o primeiro jogador convocado para atuar sem estar plenamente presente. A fala ocorreu em tom de brincadeira durante uma agenda em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Pouco depois, o meia Lucas Paquetá foi questionado sobre o tema. Ele evitou comentar diretamente o episódio, dizendo que os atletas aprendem a lidar com críticas externas desde cedo. Paquetá ressaltou que as dificuldades fazem parte da carreira e que o foco é manter o desempenho dentro de campo.
O jogador explicou que a equipe trabalha para evoluir a cada jogo e que as críticas podem servir como combustível para a motivação. Ele afirmou que a dedicação e o esforço dentro de campo são o que realmente movem os atletas na busca por objetivos e conquistas.
Paquetá reforçou ainda que é preciso filtrar o que pode contribuir de forma positiva para o estilo de jogo. Segundo ele, o importante é manter a concentração no treino e nos próximos desafios da temporada.
A declaração de Lula, que comparou Neymar a um jogador que estaria em situação de home office, gerou debates entre torcedores e seguidores nas redes. A repercussão acontece enquanto a seleção segue a preparação para as fases seguintes do torneio.
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